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  • Uma foto de Santa Catarina em 1951

    Uma foto de Santa Catarina em 1951

    Sou eu mesmo este menino entre a mãe e o tio no recanto de um quintal em Santa Catarina no ano de 1951. Ao lado havia um forno para cozer pão alvo e onde, anos depois, minha avó materna irá fazer um delicioso pão «brindeira» com testemunhas: chouriço, toucinho, sardinhas, tudo o que sobejava do almoço e não se podia deitar fora. Ou perder. A foto era pequeníssima (Papelaria Tália – Caldas da Rainha) e foi trabalhada como peça de artesanato pelo meu amigo Carlos Vilas; é dele a arte final. A ele devo a projecção de uma pequena foto de «seis por nove» num postal maior e capaz de entra no mundo dos Blogs e do Facebook. [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Chamo dissertação comovida a uma crónica que parte da emoção em estado puro para um texto com organização, ritmo e coordenadas – ou seja, princípio, meio e fim. Nós, os mortais, nada sabemos do mistério da vida mas é bom que a vida seja mesmo um mistério. Se fosse um negócio os ricos compravam a saúde e morriam muito depois de nós. Estou comovido porque faltam poucos dias para o meu aniversário e assim chego à idade que minha mãe tinha em 1995. Como nasceu em 1929, tinha 66 anos; eu nasci em 1951 e daqui a poucos dias terei os mesmos 66. Que pensarão de tudo isto os meus quatro netos que neste dia tenho? Talvez chamem um dia a este avô «anacrónico» porque num tempo veloz gosta de paciência, num tempo febril gosta da calma, num tempo hostil gosta da amizade. Talvez me chamem avô «almanaque» porque se algum deles se debruçar sobre as minhas crónicas, os meus poemas e os meus contos poderá a ver neles uma cultura de almanaque. Mas agora já não existem almanaques e quando os netos forem maiores ainda menos. Não havendo almanaques mais difícil será catalogar este comovido avô de quatro netos hoje, em 25 de Janeiro de 2017.    [/shc_shortcode]

  • A reconstrução do muro da Mata Rainha D. Leonor

    A reconstrução do muro da Mata Rainha D. Leonor

    Tenho lido com atenção os artigos publicados na Gazeta das Caldas e a discussão nas redes sociais, referentes à reconstrução do muro da Mata Rainha D. Leonor e de um eventual abate de árvores, para alargamento da Rua Maria Ernestina Martins Pereira (vulgo rua dos Loureiros).
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]A rua, que circunda a Mata Rainha D. Leonor, desde o Largo de S. Sebastião ate à Rua Diário de Noticias, dá acesso ao Campo de Futebol da Quinta da Boneca, à Quinta de S. José, Quinta de St Isidro e a uma serventia pública. Era, até à construção do Campo de Futebol, uma rua pouco movimentada e talvez por isso abandonada, no referente ao pavimento e à iluminação eléctrica, ainda hoje inexistente (o último candeeiro público fica junto ao portão da Mata cerca do Largo João de Deus). A decisão de construir um campo de futebol na Quinta da Boneca, aliás litigiosa, já que o acordado com os proprietários do terreno, era uma piscina e um estacionamento, veio alterar toda a dinâmica da zona, aumentando o tráfego automóvel e consequente aparcamento.
    Numa das últimas Assembleias de Freguesia, da União de Freguesias de N. Sº do Pópulo, Coto e S. Gregório, (dezembro, 2016), foi discutida a necessidade de recuperação do muro da Mata, que ameaça ruína, e o alargamento da Rua dos Loureiros. A realidade atual, decorrente da existência do referido Campo de Futebol, construído sem olhar às infraestruturas necessárias (redes viárias e estacionamento) é de um tráfego intenso principalmente aos fins de semana, sempre que se realizam jogos, a que acresce o estacionamento errático de carros que se deslocam para o referido campo e inclusive para o Campo Municipal da Mata. A proposta apresentada, passava pela necessidade de um eventual abate de árvores da Mata, (76?), o que levantou uma onda de protestos por parte de alguns munícipes e vereadores camarários. Apoio esse protesto, mas lembro que dada a dimensão da Mata, algumas árvores que possam vir a ser removidas, podem ser replantadas em zonas com menos densidade, sem prejuízo do espaço florestal em causa. Aliás na zona, as árvores são de pequeno porte, parecendo pertencer a espécies florestais comuns (?).
    Na qualidade de proprietária, da quinta de S. José, Casais de Belver, onde nasci e resido temporariamente (há uma família com residência permanente), cujo único acesso viário é pela referida rua, nunca poderei concordar com a sugestão de a via passar a ser pedonal, afirmação que implica um desconhecimento da realidade da referida zona. Congratulo-me com a preocupação da União das Freguesias pela requalificação da Mata e áreas circundantes, sugerindo que no caderno de encargos seja considerado a necessidade de iluminação pública da Rua Maria Ernestina Martins Pereira, já que se trata de uma via incluída no perímetro urbano da cidade. Este aspeto que é muito relevante para os moradores, já foi por mim solicitado à Câmara em 2004 e de novo em 2016, altura em que igualmente foi dado conhecimento à União de Freguesias e de que aguardo resposta.
    Sugiro uma ampla discussão pública sobre o assunto, envolvendo a União de Freguesias, a Câmara, os munícipes interessados e engenheiros silvicultores e civis
    Todos os Caldenses agradecerão[/shc_shortcode]
    Manuela Carvalheiro

  • DAS CALDAS AO OESTE – Os Pavilhões do Parque

    DAS CALDAS AO OESTE – Os Pavilhões do Parque

    noticias das CaldasOs Pavilhões do Parque são o conjunto arquitectónico mais emblemático das Caldas da Rainha. Este fascinante e monumental edifício representa para as Caldas da Rainha um valor equivalente ao dos Jerónimos para a cidade de Lisboa ou do Louvre para a cidade de Paris. Quando tinha seis anos já tinha um especial fascínio pelos Pavilhões do Parque. Certo dia, sentei-me à borda do lago e fiz um desenho com um enorme cisne em primeiro plano e os Pavilhões em fundo. Este desenho acabou por ganhar o primeiro prémio num concurso organizado à época pela Sociedade de Instrução e Recreio “Os Pimpões”. [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Mais tarde, quando aprendi a ler, era um frequentador quase diário da biblioteca de instrução pública que estava situada num canto de um dos Pavilhões. Foi nessa biblioteca que descobri livros fascinantes, nomeadamente a coleção sobre os grandes arquitectos, que moldou efectivamente a minha vocação e formação profissional. Foi também nos Pavilhões do Parque que frequentei o ensino secundário, na então designada secção liceal do Liceu Nacional de Leiria. Os nossos bailes de finalistas aconteciam no antigo Casino, mais tarde Casa da Cultura, hoje em ruínas e a necessitar efectivamente de uma reabilitação atenta e respeitadora do seu valor patrimonial. E foi também no Salão Ibéria, que ocupava um dos espaços adjacentes aos Pavilhões e já demolido, que vi muitos filmes memoráveis, alguns deles ainda da época do cinema mudo, com acompanhamento ao piano.Tal como muitos milhares de Caldenses, tenho na verdade uma relação afectiva muito profunda com os Pavilhões do Parque.
    Por isso, tal como muitos outros milhares de Caldenses, estou legitimamente  apreensivo com o desenvolvimento de um processo apressado de concurso para uma concessão a privados dos Pavilhões do Parque por um período previsível de 48 anos. Compreendo e aceito que a iniciativa privada seja um actor relevante e indispensável para a sua reabilitação, nomeadamente através da mobilização do considerável investimento financeiro que o município e o Estado não querem assumir. Tal investimento, de risco elevado, deverá ter obviamente um retorno justo e adequado para a entidade privada que o pretenda considerar. Mas isso não isenta as autoridades públicas, o município das Caldas da Rainha e o Estado português das suas responsabilidades. E que responsabilidades são essas? Primeiro que tudo, a compreensão do valor patrimonial central dos Pavilhões no contexto de toda a estância termal das Caldas da Rainha. Os Pavilhões são efectivamente do Parque e, por causa disso, um projecto para os Pavilhões não pode ser desligado e autónomo de um projecto para o Parque D. Carlos I e Mata Rainha Dª Leonor. Todo o património da estância termal deve ser uno e indivisível e, como tal, deve ter um projecto global. Por exemplo, como equacionar um projecto para os Pavilhões do Parque sem uma previsão, no tempo e no espaço, da construção de um novo e moderno balneário termal? Em segundo lugar, para que um investimento privado nos Pavilhões seja viável e sustentável, é fundamental que o município caldense reforce a sua centralidade territorial e consequente capacidade de atração turística. Temos de fazer muito mais e melhor neste domínio. Em terceiro lugar, qualquer investimento privado nos Pavilhões deve garantir o respeito pelos diversos valores patrimoniais em presença, assegurando o acesso e a fruição dos cidadãos aos seus espaços mais significativos, que devem ter um carácter necessariamente público.[/shc_shortcode]

  • ELOGIO DA IMPERFEIÇÃO – Despovoei-me…

    ELOGIO DA IMPERFEIÇÃO – Despovoei-me…

    “… É como se eu estivesse a fazer a montagem dum filme… sequências e sequências de cenas… metros e metros de película… corta-se e cola-se e a história começa a fazer sentido… Foi aí que percebi que andei anos e anos a despojar-me de pessoas… a despovoar-me…
    Quer começar por onde?… Pela infância?… Filho único, de um casamento que perdeu a memória de encontros felizes, com um típico pai cada vez mais afastado da casa e uma mãe cada vez mais amarga, como se tivessem que cumprir um destino e uma maldição… acredito que possam ter sido felizes num tempo antes de mim… mas disso não tenho forma de guardar memória… fui-me isolando daqueles dois… percebia as amarguras e as solidões… mas recusava entrar em cena… mais valia fechar as portas… afastar-me e preparar-me para não sentir as suas mortes…
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Ter filhos ficou fora de questão… nesse aspeto eu e a minha ex-mulher estivemos sempre de acordo… às vezes achava que eramos uma espécie de náufragos que se agarram um ao outro para tentar sobreviver… com o risco de se poderem afundar os dois… agora acho mais que fomos sempre duas ilhas, que nunca se tocaram verdadeiramente… Há um episódio que ajuda a perceber… Por razões profissionais, ela não só estava dias fora de casa, como muitas vezes chegava a desoras e extenuada com as diferenças horárias… Num desses dias decidi preparar um chá com torradas e levar-lhe à cama… já no caminho, olhei para o jardim e lembrei-me de ir apanhar uma rosa para colocar no tabuleiro… Ela agradeceu a gentileza mas quando pôs a chávena de chá à boca, saiu-se com esta: ”Se não tivesses ido apanhar a porcaria da rosa, o chá e as torradas ainda estariam quentes…”
    Percebo agora que quando a olhei nesse momento vi o mar que nos separava… sem hipótese de pontes, nem de encontro… mas não percebi na altura, não percebemos logo e não conseguimos fugir dos rituais sadomasoquistas dos processos de separação… acusações, discussões estéreis, questões de dinheiros, desconfianças, diabolizações… como se fosse melhor ficar com a raiva, o mau trato e o desencanto, do que ter passado despercebido, sem deixar rasto na vida do outro, como se esse fosse o verdadeiro medo… deixar de existir, como se nunca se tivesse existido… na cabeça do outro… Quando percebi que este era o principal motivo que nos fazia perpetuar o casamento… deixei cair… e tudo ficou estranhamente amigável, num divórcio fácil… sem raízes…
    Depois veio o tempo em que o telefone tocava e eu não tinha paciência para atender e falar com as pessoas, muito menos encontrar-me com elas… claro que o telefone foi deixando de tocar… e agora confesso que por vezes fico a olhar para ele… a ver se toca…
    Mas sabe o que é que fez o clic… o que me fez perceber que me tinha assim como que despovoado?… Foi uma coisa um pouco tonta… estava a ver um programa na televisão sobre ursos… e de repente acendeu-se uma memória intensíssima dentro de mim… Quando em muito miúdo ia ao pinhal com o meu pai “caçar ursos”… e no final ele fazia uma fogueirinha e assava umas tiras de entremeada nas brasas… dizia que estávamos a assar “o urso”… que depois comíamos com todo o prazer do mundo…
    O que é vou fazer com isto?… não sei… ainda não sei… mas percebi que apesar de me ter despovoado, não sou, nunca fui, uma ilha deserta…”
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  • Acordo da UE protege pêra rocha do Oeste

    Acordo da UE protege pêra rocha do Oeste

    A pera rocha do Oeste faz parte da lista de produtos protegidos abrangida pelo já assinado acordo de livre comércio entre a União Europeia (UE) e o Canadá, conhecido como CETA. Esta lista inclui 143 produtos distintos de determinadas regiões geográficas da União Europeia, abrangendo as bebidas e os bens alimentares mais exportados. Desta quase centena e meia de produtos, 20 são portugueses. Desde queijos a enchidos, das frutas aos azeites, este é mais um reconhecimento do que de melhor se produz nas várias regiões de Portugal. O impacto desta proteção é, obviamente, económico porque, desta forma, estes produtos estarão resguardados de contrafações ao nível do direito da União Europeia, tornando-se exclusivos. Mas é também uma promoção da identidade cultural e gastronómica do país. Este é um importante passo em frente para muitas pequenas e médias empresas do contexto rural que comercializam produtos agrícolas. [shc_shortcode class=”shc_mybox”]

    A União Europeia leva a sério a proteção do que é produzido nos seus vários Estados-Membros, assim como a dos seus cidadãos. O CETA irá criar emprego, promover o crescimento, reforçar as relações económicas e facilitar os negócios com o país norte-americano. O acordo possibilitará, ainda, a criação de novas oportunidades para os agricultores e produtores de alimentos, mas sem deixar de proteger plenamente as sensibilidades dos países-membros da União Europeia.
    Com a abertura dos mercados é possível manter os preços baixos e proporcionar aos consumidores uma maior oferta. Contudo, não se pense que o comércio livre significa alterações nas normas da UE que protegem a saúde e a segurança dos seus cidadãos ou direitos dos consumidores: estas não irão sofrer quaisquer mudanças. Além disto, as importações com origem no Canadá terão de respeitar as regras e os regulamentos europeus que digam respeito aos bens produzidos, sem qualquer exceção. Ou seja, o CETA não vem alterar a forma como a União Europeia regulamenta os seus produtos, mas sim reforçá-la quanto ao que recebemos do Canadá. Ao mesmo tempo, o acordo vem ajudar a controlar a forma como são feitas as exportações do nosso continente para aquele país.
    O CETA é o mais amplo dos acordos celebrados pela União Europeia no que toca a serviços e a investimento. Como referiu o Presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, este é um novo capítulo para a relação entre as populações do Canadá e da União Europeia, uma vez que os cidadãos de ambos os lados do Atlântico irão beneficiar de novas oportunidades em aspetos que preocupam canadianos e europeus: a dignidade no local de trabalho, a saúde e a segurança do consumidor, a sua diversidade cultural e a qualidade da terra, mar e ar que os rodeia.

    Representação da Comissão Europeia em Portugal

     

     

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  • UM LIVRO POR SEMANA / 507 /

    UM LIVRO POR SEMANA / 507 /

    JCARMOFRANCO mais recente livro de Ernesto Rodrigues (n. 1956) é dedicado à memória de Ágata (1972-2010) que para muitos refugiados do Afeganistão era chamada «Santa» Ágata «e cujo sofrimento não cabe nesta ficção» – segundo o autor. Ora a bondade perfeita para Ernesto Rodrigues é a mesma de Séneca na carta a Lucílio: «Sabes o que eu chamo ser bom: ser de uma bondade perfeita, absoluta, tal que nenhuma violência ou imposição nos possa foçar a ser maus.» Entre o Bem e o Mal, a narrativa regista «A máquina do mal estava bem oleada» para afirmar «O mal está nos homens.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]O ponto de partida é o Mal no Mundo tal como aparece no livro do Génesis: «O Senhor reconheceu que a maldade dos homens era grande na Terra, que todos os seus pensamentos e desejos tendiam sempre e unicamente para o mal. O Senhor arrependeu-se de ter criado o homem sobre a Terra e o seu coração sofreu amargamente». Na página 59 surge uma estratégia de vida («Aprendi em criança a não esbanjar. Não havia muito: para quê deitar fora esse pouco?») e duas perguntas na página 75: «Tem o deserto arrabaldes? Bom seria. E o sofrimento? Também não, que é um deserto maior.»
    Uma das personagens compara vida e literatura: «simpáticas edições de clássicos cabem num bolso, se a literatura não o distraísse das coisas mais importantes. Quanto á literatura pesada, deixá-la ficar. Dá dores de cabeça e cansa os músculos. Ser mau dá menos.» Outra personagem repete a comparação falando de jornais noutros termos: «Não folheava que a mentira macula os dedos». Logo a seguir outra ideia: «O jornalista inventa quanto pode. Distraído, não explica. Ou deixa-se levar com duas cantigas pelo grupo económico.» Tudo isto para concluir: «A história é longa- – Breve, a vida.»
    Portugal deixou de ser reino em 1910 mas o livro indica na página 114 «quando se finou o mais velho carrasco do reino» o que não significa que o reino aqui referido seja o português. Um país concreto surge na página 180: «Menigno prestara bons serviços aos aliados no Afeganistão antes de entrar em roda livre, com prejuízo do Ocidente.»
    Há nesta narrativa uma dupla inscrição: vida e ficção. Metáfora de um tempo cujas coordenadas não são as do nosso tempo pois tudo nesta narrativa oscila entre o real e o imaginado. Dito de outar maneira: esta é uma história com moral dentro do seu lastro.
    (Editora: Gradiva, Editor. Guilherme Valente, Capa: Armando Lopes)[/shc_shortcode]

  • Praia da Nazaré acolhe a Euro Winners Cup 2017

    Praia da Nazaré acolhe a Euro Winners Cup 2017

    A praia da Nazaré vai ser o palco da Euro Winners Cup 2017, evento desportivo que se realizará entre 24 de Maio a 4 de Junho.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]O acordo foi assinado, pelo Presidente da Câmara da Nazaré, Walter Chicharro, o Vice-Presidente executivo da Beach Soccer Worldwide (BSWW), Joan Cusco, e o Vice-Presidente Adjunto da BSWW, Gabino Renales.
    A competir pelo título de Campeão da Europa estarão os melhores clubes europeus, com equipas masculinos e femininas.
    “Acolher o maior evento internacional de futebol de praia é uma grande satisfação, numa modalidade em que temos forte tradição, nomeadamente na formação de jogadores, que têm sido chamados para defender as cores da Seleção Nacional. Será, sem dúvida, um grande evento, e que, ao mesmo tempo irá contribuir para a promoção da Nazaré e dinamizar a economia do concelho e da Região.
    Para Joan Cusco, Vice-Presidente BSWW, “a Euro Winners Cup é um evento chave no calendário desportivo da BSWW, e nós estamos muito satisfeitos pela sua realização na Nazaré, uma referência no futebol de praia”. [/shc_shortcode]

  • Da Escola Académica para o SL Benfica

    Da Escola Académica para o SL Benfica

    O jovem atleta Dinis Telehovschi, de 9 anos de idade, representou a Escola Académica de Futebol (Caldas da Rainha) na presente época no escalão de Benjamins A. Após vários treinos de observação nos dois clubes de referência de Lisboa (S.L. Benfica e Sporting C.P.), acabou por se transferir no início do mês de Janeiro para o Sport Lisboa e Benfica.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]O Dinis iniciou a sua prática desportiva no Futebol ainda em tenra idade de petiz, na Escola Académica, tendo passado por diversos escalões de formação do clube.
    Para o atleta alcançar um dos clubes mais importantes no panorama nacional e internacional na formação de jovens jogadores, muito contribuiu o trabalho desenvolvido pelo Dinis nos anos que representou a Escola Académica. Segundo os pais, o sentimento de orgulho é enorme, não só no seu filho como nos professores da E.A.F. que ajudaram o Dinis a evoluir em todos os parâmetros ao longo dos últimos anos.
    O Dinis neste momento, dentro da sua humildade natural, confessou que se sente “muito feliz e contente” e aproveitou a oportunidade para “agradecer pelo apoio que teve sempre dos professores e colegas da Académica”.
    Neste momento o jovem Dinis realiza por semana, dois treinos com a sua equipa de Benjamins A na Escola Académica e um em Lisboa, jogando aos fins-de-semana pelo S. L. Benfica. Nas semanas que treinou no seu novo clube, o Dinis já teve a oportunidade de contactar com jogadores da equipa principal, (na foto com Gonçalo Guedes) que também fizeram desde muito cedo a sua formação no Benfica.
    A Escola Académica de Futebol deseja as maiores felicidades e sucesso ao Dinis nesta sua nova etapa, esperamos que o ajude a crescer enquanto jogador mas principalmente como pessoa. [/shc_shortcode]

  • Vidais Futsal está na próxima ronda

    Vidais Futsal está na próxima ronda

    Pav. Rainha D. Leonor, Caldas da Rainha
    Árbitro: Diogo Alexandre, AF Leiria

    NDA VIDAIS                        5
    Vasco Santana, Bruno Ribeiro, Pedro Custódio, João Pires, João Rosário, Reuben, Rui Henriques (C), Luis Sousa, Bertino Constantino, Samuel Félix, Fábio Silva, André Romão
    Treinadror: Gonçalo Capinha. Adjunto: Pedro Leal

    MAÇÃS D. MARIA              4

    Ao intervalo: 2-3
    Golos: Luis Sousa (2), André Romão, João Rosário e Bertino Constantino.
    O NDA Vidais futsal, recebeu, e venceu a equipa das Macas D. Maria para a 1ª eliminatória da Taça Distrito de Leiria, seguindo assim, para a próxima ronda.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]O jogo comecou a um ritmo intenso, onde a equipa dos Vidais, com mais e melhor posse de bola, assumiu o jogo, onde Reuben e Luis Sousa, deram muito que fazer ao guarda redes contrário. Mas contra a corrente de jogo, e em dois contra ataques, a equipa visitante fez dois golos, colocando-se assim em vantagem. Contudo, fruto duma pressão avassaladora, a equipa Caldense recuperou, e chegou ao empate numa recarga de André Romão, e logo depois num livre, Joao Rosario. Mas a segundos do intervalo, numa reposição rápida de bola, a equipa forasteira chegou à vantagem por 3-2 a poucos segundos do intervalo.
    A segunda parte surgiu igual à primeira, Vidais a mandar no jogo, e resultado disso, num livre trabalhado, Luis Sousa a fazer de novo o empate. Mas Logo de seguida a equipa do Concelho de Alvaiázere fez o 4-3, tornando o jogo ainda mais emotivo. Pelo meio, duas expulsões de jogadores do Macas D. Maria, e uma para um jogador dos Vidais. Mas fruto do trabalho e dedicação, a equipa das Caldas da Rainha, fez uma reviravolta espectacular, onde Luis Sousa e Bertino Constantino fizeram os golos dessa reviravolta, colocando o resultado em 5-4 para os Vidais. A equipa visitante ainda colocou o guarda redes avançado em busca do empate, mas foi novamente os Vidais que esteve perto do golo, Rui Henriques da sua área, ainda fez a bola embater no poste da equipa visitante. Vitoria merecida do Nucleo Desportivo Amigos Vidais Futsal.
    Boa arbitragem.
    As equipas do Nucleo Desportivo Amigos Vidais Futsal tem o Apoio de: Junta de Freguesia de Vidais, Município de Caldas da Rainha Pedro Custodio Seguros, Profarvet, Cristiano Matos, Hugo Paulo, Global Cister, ArmaFio, Pão Caseiro, ONTic, Pro Portugal, Vidraria Canas, Plano Linear, Pastelaria Doce Mar, Trator Usseira, Aki Delmar, Quiosque da Fonte e Contab4U.[/shc_shortcode]

    J.C.

  • ARECO presente no Campeonato Nacional não seniores de equipas masculinas e femininas

    ARECO presente no Campeonato Nacional não seniores de equipas masculinas e femininas

    Realizou-se no passado fim de semana o Campeonato Nacional de Equipas Masculinas e Femininas Não Seniores, a ARECO Badminton marcou presença, sendo uma estreia nos campeonatos nacionais de equipas.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Participaram na Equipa Masculina Sub 13 os atletas Eduardo Oliveira, Martim Lourenço, Guilherme Lopes e Rui Maurício, e na Equipa Feminina Sub 13 as atletas Joana Vargas, Mafalda Botelho, Filipa Oliveira e Sara Monteiro. No Próximo dia 4 Fevereiro, a ARECO Badminton também marcará presença no Campeonato Nacional de Equipas Mistas Sub 13.
    Resultados:
    Equipa masculina sub13
    ARECO 2-5 CHEL; 
ARECO 0-7 CDP; 
ARECO 0-7 CFBG
    Equipa feminina sub 13
    AREC0 3-4 CDP; 
ARECO 2-5 CHEL
; ARECO 1-6 AAC. [/shc_shortcode]

  • Encontro Distrital de Traquinas nas Gaeiras

    Encontro Distrital de Traquinas nas Gaeiras

    A Sociedade Cultural e Recreativa Gaeirense (SCRG), Gaeiras, Óbidos, organizou, no dia 28 de Janeiro de 2017, o 6º Encontro Distrital de Traquinas de Futsal, que contou com 7 equipas e mais de 50 atletas, com idades entre os 7 e 9 anos.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Mais do que uma competição, o objetivo foi a participação e o convívio entre todos os participantes, aumentando o gosto pela modalidade. Os jogos tiveram a duração de 15 minutos, sem intervalo, e com equipas de 3 jogadores. Os encontros foram disputados sem arbitragem.
    Esta iniciativa decorreu simultaneamente no Pavilhão da ACR Silveirinha Grande Claras – na Silveirinha Grande (Pombal) e no Pavilhão Gimnodesportivo Casal Velho – no Casal Velho (Alfeizerão). Apoios da Associação de Futebol de Leiria e Município de Óbidos. [/shc_shortcode]

    Noticias das Caldas
    Traquinas PAC Peniche A | I.V.
  • Alvorninha alcançou a fase de apuramento do campeão

    Alvorninha alcançou a fase de apuramento do campeão

    Pavilhão de Alvorninha
    Árbitros: Ricardo Amado e Nuno Matias, A.F. Leiria

    AD ALVORNINHA                   10
    Henrique Freitas, Fausto Barros, Tomás Moreira, Diogo Ribeiro “C”, Duarte Correia, Beatriz Santos, Henrique Santos, Rafael Marques e Leonardo Alves
    Treinador: Ricardo Oliveira

    CCDS Casal Velho B          0
    José Mendes “C”, Rafael Mendes, Ruben Calhas, Bruno, Miguel, Duarte Alexandre, Simão Faustino, Ruben Rodrigues, João Vasco, Rodrigo e António
    Treinador: Gonçalo Melo

    Ao intervalo: 2-0
    Marcadores: Tomás Moreira (19’ e 41’), Duarte Correia (20’, 31’, 35’, 44’ e 63’), Diogo Ribeiro (33’ e 34’) e Rafael Marques (36’)
    Disciplina: Nada a registar

    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]A ADF Alvorninha recebeu e venceu a equipa B do Casal Velho, num jogo bem disputado, em que o resultado, apesar de espelhar o domínio dos da casa, não traduz tudo o que se passou na quadra.
    Entraram melhor os de Alvorninha, que tinham já o segundo lugar garantido, mas procuravam ser um dos dois melhores segundos para irem à fase de apuramento do campeão. Os do Casal Velho apareceram a querer mostrar que mereciam mais que o último posto que ocupam  na tabela.
    A superioridade técnica dos da casa era evidente, mas a resistência visitante durou 19 minutos e três bolas nos ferros. Tomás Moreira, num remate colocado, inaugurou o marcador. No minuto seguinte foi Duarte Correia, em força, a fazer o gosto ao pé.
    No segundo tempo só deu Alvorninha, com os da casa a somarem golos até ao 10-0 final. Duarte marcou mais quatro, Tomás mais um, Diogo Ribeiro bisou e Rafael Marques também inscreveu o seu nome na lista.
    No fim, a vitória dos de Alvorninha é inquestionável, mas os 10-0 não espelham a atitude competitiva e leal dos do Casal Velho, que nunca desistiram de tentar praticar bom futsal.
    O Alvorninha irá assim disputar a fase de apuramento do campeão, como um dos dois melhores segundos (juntamente com o Burinhosa). Nesta fase estão os quatro primeiros das séries, onde se incluem o CRP Ribafria e o CCDS Casal Velho A.[/shc_shortcode]

  • Nadadouro goleou Olho Marinho

    Nadadouro goleou Olho Marinho

    Pavilhão do Olho Marinho
    Arbitros: Wilson Gomes e Bruno Fernandes, A.F. Leiria

    UA OLHO MARINHO                   0
    André, Rodrigo, Ricardo Oliveira, Francisco Pereira “C”, Ruben, Eduardo, Marco e Alfaia
    Treinador: Octávio Patriarca

    ACR NADADOURO                      6
    Ricardo, Freitas, João Páris, Tico, Sérgio, Dino, Alex, Chico, João Carlos, Zé Miguel, Pedro Pinto e Miguel Castro “C”
    Treinador: Nuno Teles
    Ao intervalo: 0-1
    Marcadores: Tico (23’), Miguel Castro (34’), Chico (42’ e 54’), Dino (45’) e Sérgio (60’)
    Disciplina: Nada a registar
    No último fim-de-semana o Nadadouro foi a casa do Olho Marinho vencer por seis golos sem resposta, num jogo de sentido único.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Os visitantes entraram decididos, mas sem conseguir inaugurar o marcador. O jogo desenrolou-se todo no meio-campo obidense, com os da casa a revelarem grandes dificuldades para sair da armadilha montada pelo Nadadouro. A constante pressão dificultou as saídas a jogar e empurrou os da casa para junto da sua baliza.
    Aos 23’ Tico abriu finalmente o activo, com Tico a rematar depois de puxar da direita para o meio.
    O Olho Marinho ainda tentou responder, mas ao intervalo o placard marcava 0-1. Na segunda metade só deu Nadadouro e, depois de Miguel Castro fazer o segundo, numa boa jogada de equipa, Chico rematou forte e colocado para o terceiro.
    Aos 45’ Dino ampliou, depois de confusão junto à área e já perto do fim, Chico bisou na conclusão de um cruzamento. Em cima do apito final Sérgio fechou as contas do jogo.
    A vitória do Nadadouro foi justa, pela superioridade que apresentou na quadra. Mas os do Olho Marinho nunca desistiram e lutaram, com respeito e fair-play, até ao último apito.[/shc_shortcode]

    Juniores da União Amigos do Olho Marinho
    Juniores da União Amigos do Olho Marinho
  • Associação Peão Cavalgante/Arneirense no Campeonato Nacional de Equipas Semi-rápidas

    Associação Peão Cavalgante/Arneirense no Campeonato Nacional de Equipas Semi-rápidas

    No dia 28 de Janeiro 2017 realizou-se na Marinha Grande o Campeonato Nacional de Semi-rápidas de Equipas. Uma organização da Federação Portuguesa de Xadrez e Sport Operário Marinhense.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]A Equipa Associação Peão Cavalgante /Arneirense apresentou um equipa constituida por Fernando Oliveira (1º Tabuleiro); Tomás Oliveira (2º Tabuleiro) ; Eurico Fonseca (Sub16 – 3º Tabuleiro) ; Raquel Vinagre (4º Tabuleiro).
    Fernando Oliveira ganhou 24,0 pontos no Elo; Tomás Oliveira ganhou  17 pontos e Eurico Fonseca ganhou 4,0 pontos.
    Uma particularidade, na equipa tivémos filho e mãe a jogar nos 3º e 4º tabuleiros respetivamente! 
Para além de uma equipa tivémos um representante da APC/Arneirense na Arbitragem – José Cavadas (Árbitro Nacional).
O ritmo foi de 15 minutos+5 s. Foram realizadas 8 rondas.
    Ficaram em 38º lugar com 3 vitórias; 2 emopates e 3 derrotas. Fizeram 16 pontos. 
Estiveram representadas 79 Equipas. Um record de participação. [/shc_shortcode]

  • Convívio Regional Escalões Sub-8, Sub-10 e Sub-12

    Convívio Regional Escalões Sub-8, Sub-10 e Sub-12

    Numa manhã de Inverno, mas perfeita para a prática do Rugby, teve lugar no passado sábado dia 28 Janeiro, no Campo de Rugby da Escola Prática de Cavalaria de Santarém, mais um convívio de formação nos escalões SUB-8, SUB-10 e SUB-12.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]O Caldas Rugby Clube esteve representado pela sua valorosa equipa de SUB-12:
    Atletas – Diogo Oliveira, Martim Domingues, António Casimiro, Ricardo Leandro, Diogo Chaves, Hugo Tavares, Diogo Silva, Tomás Coutinho, William Auwerkerken e Eduardo Egrejas
    Treinador – Pedro Madaleno. Treinador-Adjunto – Diogo Coutinho
    Diretores de equipa: Paulo Coutinho e Frederico Casemiro
    Os jovens Pelicanos iniciaram em grande estilo o Torneio, alcançando uma vitória expressiva.
    No segundo jogo devido a algumas desconcentrações e a falta de experiência de alguns jogadores o resultado foi desfavorável para as cores azul e verde, contudo mas serviu para corrigir alguns pormenores.
    No terceiro e quarto jogo os jovens Pelicanos bateram-se de igual para igual face ao um adversário de peso nestas andanças do Rugby, a equipa com mais historial em Portugal, o CDUL.
    Resultados:
    Caldas RC – 6 (ensaios de Eduardo Egrejas 2, Hugo Tavares 3 e Martim Domingues 1) / Clube Rugby de Juromenha – 0. Caldas RC – 0 / RC Santarém – 6
    Caldas RC – 3 (ensaios de Hugo Tavares 2 e William Auwerkerken 1) / CDUL I – 3
    Caldas Rugby Clube – 3 (ensaios de Hugo Tavares 3) / CDUL II – 3
    Um grande bem-haja aos pais e restantes familiares que se deslocaram a Santarém para apoiar esta jovem equipa. [/shc_shortcode]

  • Caldas RC derrotado com naturalidade pelo 4ºclassificado da Divisão de Honra

    Caldas RC derrotado com naturalidade pelo 4ºclassificado da Divisão de Honra

    CALDAS RC                                 7
    Luis Gaspar, David Esteves, Rui Santos, Cristiano Manuel, Bruno Martins, Leonardo Ferreira, Ricardo Marques (Cap.), Filipe Gil, Salvador Cambournac, Jonathan Nolan, Gustavo Moura, Gonçalo Silva, Nika Charkviani, Tomas Jacinto, Tomás Lamboglia, João Vicente, Francisco Fraga, Sebastião Vasconcelos, Mateus Neves, Diogo Vasconcelos, Cristóvão Monteiro.
    Treinador: Patricio Lamboglia. Diretor Equipa: Adelino Jacinto. Fisioterapeuta: João Raimundo/Physioclem

    AEIS TÉCNICO                             80
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Conquistada no passado dia 7 de Janeiro a presença nos 1/8 final da Taça de Portugal, após a magnífica vitória sobre os eternos rivais do Oeste, o RC Santarém, os Pelicanos receberam, no Domingo, o atual 4º classificado do CN da Divisão de Honra e um dos históricos do Rugby nacional, a equipa do AEIS Técnico.
    Tarde muito húmida, “pitch” em bom estado, e bastante público, maioritariamente afeto à equipada casa, ambiente típico de uma tarde de Rugby.
    Não estando nunca em causa a superioridade da equipa do Técnico, o Caldas encarou este jogo como uma oportunidade para se testar e jogar com o espírito Pelicano. Uma palavra para os “Engenheiros”, que respeitando o espírito do jogo, apresentaram uma equipa quase na máxima força, atitude de verdadeiro Rugby que se saúda.
    Uma referência, ainda para o trio de arbitragem, chefiada por Fernando Mendes, auxiliado pelo Caldense António Vidigal e por Sérgio Laranja que estiveram em bom plano – é pena que a “3ª equipa” só esteja completa nos jogos disputados pelas equipas principais.
    Resultado final: Caldas RC – 7 (1 E, 1 T) / CR Técnico – 80 (12 E, 10 T)
    Experiência importante para a equipa Pelicana, que poderá tirar boas ilações para os jogos importantes do CN 1ª Divisão, que se avizinham de imediato.
    Os nossos agradecimentos ao apoio da CM Caldas da Rainha, e aos nossos patrocinadores. [/shc_shortcode]

  • CAPITAL PSICOLÓGICO – A experiência é um posto (avançado)

    CAPITAL PSICOLÓGICO – A experiência é um posto (avançado)

    noticias das Caldas
    Mara Correia

    A experiência é um posto. Um posto avançado, um posto de vigia na vanguarda de um ofício, de uma profissão, um trabalho ou um emprego.
    É tão frequente ouvirmos esta expressão que – de tanto uso – parece ter diluído o seu real significado num mero puxar dos galões por quem acha que é uma autoridade em determinado trabalho. Apenas àqueles que provam uma longa experiência num determinado ofício é permitido o uso desta expressão. Uma distinção, um atestado de competência e sabedoria.
    Na verdade, o posto antes de ser um atestado de competência ou sabedoria, é sinal de uma responsabilidade maior. Exercer uma profissão durante uma, duas ou três décadas, é diferente de exercer essa mesma profissão durante um, dois ou três anos. Esperamos mais competência e sabedoria ao profissional para quem a experiência é um posto. É espectável que assim seja.
    Mas o posto não é sinónimo de competência e até já no séc. XVI Immanuel Kant dizia na sua Crítica da Razão Pura que todo o conhecimento começa pela experiência mas não se lhe reduz. Um profissional que exerce o seu ofício da mesma forma há décadas não será necessariamente o maior entendido na matéria nem o mais competente no exercício da profissão. Fazer a mesma coisa, usando os mesmos métodos, as mesmas técnicas, o mesmo referencial teórico durante décadas é mais um posto na retaguarda do que na vanguarda.
    O mundo muda, evolui neste ou naquele sentido. A sociedade transforma-se e acompanha (ou provoca?) a evolução, é assim há milénios. O posto da experiência é válido se quem o habita acompanhar estas mudanças, souber adaptar-se, transformar-se, evoluir e liderar o caminho na segurança do pragmatismo. Quem quer usar a experiência como um posto tem que saber refletir, comunicar, ouvir, partilhar, discutir, aprender, mudar, crescer, adaptar, … Não é fácil nem depende apenas do passar dos anos, a experiência pode ser de todos mas o posto não é para qualquer um. Puxar dos galões do posto não é atributo de quem – de facto – merece esse posto. Usar como argumento os anos de experiência para atestar competência, demonstra mais insegurança do que competência.
    Portanto, os detentores de postos de experiência são os nossos líderes calejados pelos anos de avanços e retrocessos, altos e baixos, doçuras e amarguras. São as referências de quem esperamos a sabedoria suficiente para nos ajudarem a crescer na profissão e a humildade necessária para nos fazerem sentir importantes e – consequentemente – confiantes.

    Notas:

    pos·to |ô|
    substantivo masculino
    2. Lugar em que está um militar de serviço.
    3. Corpo da guarda.
    4. Qualquer lugar ocupado por tropa.
    5. Graduação militar.
    6. Emprego, cargo, dignidade.
    7. Lugar de venda.

    “posto”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/posto
    Crítica da Razão Pura de Immanuel Kant (eBook versão BR) aqui: http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/critica.html

  • Pelicanos vencem de novo em Sintra

    Duas semanas após terem vencido a 1ª jornada do Torneio Regional de Rugby VII os Sub-14 Caldenses conquistam de novo o primeiro lugar na jornada realizada em Sintra, organização do SU Sintrense Rugby.
    Participaram, para além dos anfitriões e do Caldas RC/Torreense Rugby, equipas representativas do St. Julians, Colégio Pedro Arrupe (CPA), Rugby Vila da Moita, SL Benfica Rugby, Agronomia, Ericeirense e Sporting Rugby, que já tinham estado presentes na 1ª jornada.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Na fase de grupos o Caldas disputou o primeiro jogo contra Sintrense Azul, tendo vencido por 7-2. Rodando a equipa e dando oportunidade a todos os atletas em jogarem os Pelicanos venceram, também o segundo jogo contra o Ericeirense, por 6-1, conquistando o primeiro lugar no grupo e o acesso a disputar o pódio do Torneio.
    Demonstrando as melhorias que são o fruto da evolução que se tem vindo a registar nos treinos, muito participados por todos os atletas, aliada à “experiência” que os jogadores que transitaram da época passada, o Caldas RC/Torreense Rugby impôs-se, com naturalidade.
    Vitórias sobre o Sintrense Amarelo, por 5-1 e sobre o Rugby Vila da Moita, por 6 – 2.
    Mais uma vez a concentração e o nível técnico evidenciado pelos miúdos e pela equipa estiveram na base do excelente resultado desportivo conquistado. Aliado ao comportamento disciplinado e “muito adulto” esta prestação encheu de orgulho os familiares e todo o Clube Pelicano.
    Nesta jornada o CRC alinhou com: André Kravchuck (2 E), António Pardal (1 E), Diogo Silva, Eduardo Egrejas (2 E), Guilherme Colmonero (Torreense Rugby) (3 E), João Silva, José Lopes (3 E), José Vasconcelos (2 E), Lucas Vitorino, Manuel Carriço (6 E), Tomás Dias (5 E). Treinador: Eduardo Pecegueiro. Diretor Equipa: Eduardo Egrejas.
    Um agradecimento muito especial à Transwhite pela cedência do transporte da Equipa. [/shc_shortcode]

  • Raul Melgaço sagrou-se Campeão Nacional em Sub 21

    Raul Melgaço sagrou-se Campeão Nacional em Sub 21

    Decorreram no passado dia 22 de Janeiro com saída na Marina da Nazaré as Finais do Campeonato Nacional de Pesca em Barco Fundeado.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Sagrou-se Campeão Nacional na categoria de Sub 21 o Jovem Raul Melgaço de 16 anos membro do Clube Naval da  Nazaré,  residente na Vila de Alfeizerão que promete ser uma aposta forte nesta área desportiva.
    Para este Jovem, com esta vitória o objectivo é trabalhar para o próximo Campeonato do Mundo, onde fará parte da Seleção Nacional. [/shc_shortcode]

  • Recupere qualidade de vida…ARTICULE-SE… O TORNOZELO

    Recupere qualidade de vida…ARTICULE-SE… O TORNOZELO

    As próteses do tornozelo constituem uma alternativa recente no tratamento das artroses graves do tornozelo, que até aqui eram sujeitas a técnicas que eliminavam o movimento essencial para a marcha, técnicas essas conhecidas por artrodeses, ou seja, através da fixação do tornozelo, se trata-se a dor mas elimina-se o movimento.Com o êxito das próteses da anca e joelho, desde há cerca de 20 anos iniciou-se a investigação sobre a possibilidade de se desenvolver uma prótese do tornozelo, que permitisse diminuir a dor desta articulação, mantendo o movimento. Em Portugal, acompanhamos desde o início, esta investigação, sendo mesmo hoje um dos países europeus com mais experiência nestas próteses.[shc_shortcode class=”shc_mybox”]

    Os nossos pés são o contacto direto e obrigatório com o mundo que nos rodeia, permitindo uma posição que nos distingue de outros seres vivos, como a marcha em posição ortostática.  Daí o movimento constituir uma característica muito necessária em todas as nossas articulações. Em caso de “desgaste” da articulação, neste caso o tornozelo, é de toda a importância manter essa mobilidade, que aqui é preservada com as próteses do tornozelo. Sendo uma técnica inovadora, ainda em desenvolvimento,  já temos uma larga experiencia que nos permite tratar os nossos doentes com segurança e eficácia.
    Doenças existem em que esta técnica é de grande utilidade, tal como são os doentes com doenças reumatoides, ou sequelas de acidentes traumáticos. Existem centros em Portugal de Norte a Sul, especializados nesta técnica, que necessita de muita experiência da equipa cirúrgica e uma eficaz recuperação. Com o evoluir da ciência médica, aliada à bio-engenharia, as próteses do tornozelo têm-se tornado melhores na sua função, quando aplicadas nos doentes.
    Cumprimos assim, nós Médicos Ortopedistas, a nossa função de melhorar a mobilidade dos nossos doentes.

     

    [/shc_shortcode]

    Paulo Amado
    Ortopedista, membro da Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia

  • Incontinência fecal

    Incontinência fecal

    A incontinência fecal caracteriza-se pela incapacidade de controlar os gases ou as fezes (líquidas ou sólidas). Trata-se de um problema relativamente comum, mas pouco referido, devido ao pudor do doente. É uma situação que se agrava com a idade, podendo variar de perdas ligeiras de gases a perdas severas de fezes líquidas ou formadas.

    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]A defecação é um ato extremamente privado pelo que a sua ocorrência em lugares e ocasiões inaceitáveis, como acontece num quadro de incontinência fecal, é uma situação altamente desagradável e derrotista que interfere de forma marcada com a vida daqueles que dela sofrem. Muitos doentes vivem-na como um estigma e um ferrete de desgraça social, sentindo que dificilmente existirá outro sintoma tão perturbador. A imprevisibilidade da sua ocorrência, o embaraço que provoca, transforma alguns destes pacientes em reclusos sociais. Confinados aos lares, temerosos em visitar os vizinhos, amigos e mesmo familiares, acabam por perder qualquer sentimento de auto-estima, para viver o terrível impacto psicológico que tal acarreta.

    Como a incontinência fecal é sentida como uma vergonha, com os doentes relutantes em se queixarem, torna-se difícil apreciar a sua verdadeira natureza e extensão, não existindo dados epidemiológicos seguros relativamente à incidência e prevalência. Julga-se, contudo, ser bastante superior aos valores atualmente disponíveis, suspeitando-se que nos EUA possa atingir 6,5 milhões de pessoas. Se só recentemente a comunidade médica se começou a aperceber da real magnitude do problema e da forma incompleta de o abordar, pense-se o quão desconhecido é para a grande maioria da população. Apesar de hoje em dia existirem procedimentos cirúrgicos que tratam e curam estas situações, assiste-se, porém, a um desconhecimento generalizado de tais possibilidades terapêuticas, pelo que é imperiosa e obrigatória a sua divulgação.

    Causas

    Existem muitas causas que podem provocar a incontinência fecal – traumáticas, neurológicas, congénitas. As lacerações dos músculos que rodeiam o ânus (esfíncteres anais) durante o parto são das mais frequentes. Partos prolongados podem, também, provocar lesões dos nervos que estimulam os esfíncteres. Enquanto algumas lesões são imediatamente reconhecidas e tratadas, outras só se manifestam muitos anos depois, já na velhice. Por vezes, a incontinência pode ser devida a acidentes graves ou a operações sobre a região anal, com lesão dos esfíncteres. As infecções que ocorrem nesta área podem, igualmente, levar à incontinência fecal. O mesmo sucede com o envelhecimento, em que existe uma diminuição da força contráctil esfincteriana. Nalguns doentes, a diarreia pode provocar uma necessidade imperiosa de defecar, incapaz de ser controlada pelos músculos anais.

    Diagnóstico

    Uma história clínica cuidadosa começará por esclarecer a causa mais provável: partos múltiplos, prolongados, com fórceps, com o nascimento de bebés grandes e pesados, com o recurso a uma episiotomia (corte), lesões traumáticas anteriores (cirurgias anais, acidente de viação ou outros), má-formações ano-rectais congénitas, determinadas doenças ou medicações. Segue-se a realização de um exame da região ano-rectal, que deverá ser

    complementado por outros exames de diagnóstico: manometria ano-rectal (estudo das pressões dos esfíncteres) e ecografia endo-anal (avaliação imagiológica da integridade ou não da musculatura anal). Nalguns casos, por outro tipo de teste, será necessário saber se a inervação dos esfíncteres está a funcionar adequadamente.

    Tratamento

    Os problemas ligeiros podem ser tratados de uma forma simples com o recurso a drogas obstipantes e com a mudança dos hábitos alimentares. Noutras situações, poderão estar indicados exercícios para fortalecimento dos músculos desta área através da eletro-estimulação ou pela realização de “biofeedback” (em que o doente reaprende a defecar e controlar as fezes, além de fortalecer os esfíncteres anais).

    Nos casos mais graves o tratamento é cirúrgico, através da reparação esfincteriana. Quando, infelizmente, esta técnica de reparação local se revelou ineficaz ou, à partida, não havia indicação para ser efetuada, é importante sublinhar que existem hoje em dia alternativas à colostomia (“ânus artificial”). De facto, mesmo as situações de incontinência severa podem ser tratadas com sucesso, recorrendo-se à estimulação neuro-sagrada (ENS) ou à colocação de neo-esfincteres (artificiais ou outros). Os avanços nos procedimentos terapêuticos são enormes, numa linha de técnicas minimamente invasivas.

    É fundamental que o doente com incontinência fecal saiba que dispõe, atualmente, de possibilidades de tratamento que lhe devolvem a qualidade de vida perdida. [/shc_shortcode]

    Artigo do Prof. João Pimentel, Presidente Eleito da Sociedade Portuguesa de Coloproctologia.

  • A semana do Zé Povinho – 03 / 02 / 2017

    A semana do Zé Povinho – 03 / 02 / 2017

    Noticias das Caldas
    |D.R.

    Zé Povinho está confiante que a vinda para as Caldas do World Press Cartoon este ano possa ser o passo de elefante que coloque a cidade nas ondas internacionais.

  • Gazeta das Caldas leva uma turma do 1º ciclo à Kidzania

    A Gazeta das Caldas está a realizar um passatempo em parceria com a Kidzania que vai proporcionar a uma turma do 1º ciclo uma visita de estudo àquele parque temático.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]O passatempo é aberto a todas as escolas do 1º ciclo do concelho das Caldas da Rainha. Cada turma terá que elaborar uma proposta de capa para a Gazeta, no formato A2. Não existem regras para a criação das capas, dando largas à imaginação e criatividade das crianças.
    A inscrição das turmas deve ser feita até 15 de Fevereiro para o endereço de e-mail saralopes@gazetadascaldas.pt, e os trabalhos entregues até 31 de Março. A turma vencedora deverá usufruir do prémio no dia 4, 5, 11, 12 ou 17 de Maio deste ano. Além das entradas dos alunos, são atribuídas mais três entradas para professores e acompanhantes. O transporte não está incluído.
    Com este passatempo a Gazeta das Caldas pretende estimular a criatividade destes alunos e o seu envolvimento com as notícias da região onde vivem e envolvê-los com a leitura.[/shc_shortcode]

  • Palacete da Foz está em obras há quatro anos

    Palacete da Foz está em obras há quatro anos

    Se ao passar pelo Palacete da Foz, ficou com curiosidade em saber que obras são as que ali decorrem, fique a saber que o chalet construído no início do século está a ser transformado numa luxuosa e moderna moradia. Pertence actualmente a uma sociedade anónima de compra e venda de bens imobiliários, cujo administrador único é Américo Sábio Tomás, um emigrante português no Canadá, que não quis falar com a Gazeta das Caldas.

    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]

    Construído em 1904, o chalet Conde de Almeida Araújo – vulgarmente chamado de Palacete da Foz – continua em obras depois de ter sido adquirido em 2012 por Américo Sábio Tomás. Em 2013 entrou na Câmara das Caldas um projecto para tornar aquele espaço uma moderna moradia de luxo, com quatro quartos, ginásio, sauna e uma adega com zona de exposição de vinhos.
    Mas a obra que mais chama a atenção é a escavação por baixo do edifício para ali criar uma zona de garagens e cave e para a qual foi preciso reforçar a estrutura do palacete com uma laje de betão armado, que é o tecto da garagem. Basicamente trata-se de escavar tudo por baixo do edifício, criar-lhe uma base de sustentação e, a partir daí, construir em baixo.
    O palacete pertence à sociedade anónima Beyond Rainbow (com sede em Lisboa e cujo administrador único é Américo Sábio Tomás, um emigrante português no Canadá), que em 2012 o comprou à empresa Construtora do Desterro, Lda. O edifício terá, assim, cinco pisos, dois acima do solo e três abaixo.
    No projecto inicial estava prevista a construção de uma piscina para adultos e outra para crianças, bem como um campo de padel. No entanto a primeira localização para as piscinas e para o campo de padel sugerida pelo novo proprietário não foi aceite pela Agência Portuguesa do Ambiente, que tem de ser ouvida porque o terreno se encontra inserido na área abrangida pelo Plano de Ordenamento da Orla Costeira e em Domínio Público Hídrico.
    O projecto prevê também a construção de um lago biológico, uma estufa e uma lareira de fogo aberto no exterior.
    O palacete terá, de acordo com o documento consultado pela Gazeta das Caldas na Câmara, uma “zona de congelados”, uma sala de comunicações (som e vídeo) e os pisos subterrâneos estarão preparados para receberem veículos pesados. Em nenhum ponto é referido que o edifício venha a ter uso comercial.
    A construção está a cargo da Construções Pedro e Couto, Lda. (sedeada em Barrantes), sendo que esta obra já foi embargada duas vezes. A primeira em Junho de 2013 porque, lia-se no auto do embargo, “foram realizadas obras de alteração que implicam modificações na estrutura de estabilidade do palácio sem a respectiva licença administrativa”. A segunda, em Outubro de 2014, porque estavam a ser feitas obras na cave, também sem licença. O projecto foi alterado e aprovado por unanimidade em reunião de câmara em Abril de 2015
    Gazeta das Caldas contactou, através da construtora, o dono do edifício, mas este nunca respondeu às perguntas.

    Projecção nacional com série da RTP

    O edifício foi construído em 1904, mas em 1930 foi atingido por um raio, que levou a um incêndio que destruiu grande parte do seu recheio, ficando só praticamente as paredes. Foi restaurado na década de 60, numa obra que manteve o traçado original.
    Até 2011 foi habitado pela viscondessa Teresa Moraes, que faleceu em 2011 com 105 anos. Esta era esposa de José Joaquim de Almeida Araújo Pereira de Moraes (3º Visconde de Moraes).
    Em 2014 o palacete teve projecção nacional por ter servido de cenário para numa escola de artes na série de Verão da RTP “Água do Mar”.

    [/shc_shortcode]

     

  • CP retira automotoras espanholas e baixa o nível de serviço na linha do Oeste

    CP retira automotoras espanholas e baixa o nível de serviço na linha do Oeste

    A CP vai desviar para a linha do Douro as automotoras que asseguram a ligação Caldas da Rainha – Coimbra e substituí-las por material mais velho. O objectivo é responder à forte procura na linha do Douro e às pressões dos operadores turísticos daquela região para a CP melhorar o serviço.
    No Oeste a empresa mantém os mesmos horários, mas os inter-regionais para Coimbra e linha do Norte passam a ser feitos por automotoras UDD, que datam dos anos 70 do século passado, tendo sido modernizadas em 1999.
    Em 2016 a CP transportou 485 mil passageiros na linha do Oeste, um crescimento na ordem de 1% face a 2015, ano em que se registou um crescimento de 6% face a 2014.

    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]
    Já não eram novas. Foram construídas entre 1981 e 1984 e vieram de Espanha, onde até já estavam fora de serviço quando foram alugadas pela CP. Mas era o material melhorzinho que circulava na linha do Oeste, até a transportadora pública o desviar para a linha do Douro, fazendo assim um downgrade na ligação Caldas da Rainha – Coimbra.
    As automotoras 592 (também designadas por “camelos” devido às “bossas” que parecem ter no seu tecto motivadas pela instalação de aparelhos de ar condicionado) vieram há dois anos para o Oeste e asseguravam com algum êxito a ligação à linha do Norte, precisamente aquela que mais tem crescido nos últimos anos.
    A CP justifica a sua transferência para a linha do Douro da seguinte maneira: “na sequência da assinatura pública do protocolo de cooperação entre a CP e três operadores de cruzeiros fluviais turísticos do Douro, a empresa tem que garantir, no âmbito da programação da sua oferta de Verão para 2017, a realização de comboios diários, dedicados e exclusivos para os clientes destes operadores turísticos”.
    Ou seja, quem se queixou e reivindicou, levou a melhor. No Oeste, os autarcas e as restantes forças vivas locais parecem satisfeitas apenas pelo facto da linha não ter fechado (como chegou a estar previsto em 2011) e desinteressaram-se dela. Nem o facto de ter sido prometida a modernização de metade da linha e o projecto ainda não ter avançado parece provocar quaisquer reacções.
    A CP diz ainda que esta realocação do seu material circulante lhe permite poupar um milhão de euros por ano porque não tem que fazer marchas em vazio entre Caldas e Coimbra (ver Gazeta das Caldas de 20/12/2016, “Os Comboios Fantasma da linha do Oeste”) e que o serviço fica assegurado com as automotoras UDD que assim substituem as espanholas. Estas, são, porém, mais velhas pois datam dos anos 70 do século passado, embora tenham sido modernizadas em 1999.
    Quase 20 anos depois dessa modernização, estas unidades motoras têm tendência a avariar e por isso é habitual serem substituídas pelas ainda mais velhas automotoras Allan (construídas na Holanda nos anos 50 do século passado e modernizadas há cerca de 20 anos), que também continuam a arrastar-se pela linha do Oeste.
    Segundo a CP, a procura da linha do Oeste no ano passado foi da ordem de 485.000 passageiros, um crescimento da ordem de 1% face a 2015, ano em que se registou um crescimento de 6% face a 2014.

    De fora da rede Intercidades

    Apesar de ligar Lisboa a Coimbra pelo litoral, atravessando concelhos e cidades com bastante população e uma actividade económica dinâmica,  a linha do Oeste não tem sido vista pela CP nem pelos sucessivos governos como digna de possuir uma oferta Intercidades. Pelo contrário, a abordagem é sempre regional, com automotoras a “passar a ferro” para trás e para a frente, parando em todas as estações e apeadeiros, respondendo a uma procura local.
    Uma abordagem de longa distância, para a qual existem os comboios Intercidades, tem estado ausente destas políticas de vistas curtas dos decisores.
    Para isso tem contribuído a ausência de modernização da infraestrutura. Não ser uma linha electrificada tem servido de desculpa à CP para não encontrar soluções de transporte de longa distância, escusando-se a empresa a ligar verdadeiramente o Oeste a Lisboa e também ao Centro e Norte do país (através de Alfarelos e Coimbra).
    Mas eis que está prometida (mais uma vez) a almejada electrificação da linha do Oeste.
    Seria de esperar que a futura oferta viesse a contemplar comboios a sério.
    Mas não. Vejamos a resposta que o gabinete do Ministério do Planeamento e das Infraestruturas deu ao PCP quando, há um ano, este partido fez perguntas ao governo sobre ferrovia:
    “A electrificação da Rede Complementar, designadamente a conclusão da electrificação da linha do Algarve, Oeste, Douro e Minho, possibilitará à CP rentabilizar o parque de material eléctrico sem recorrer à compra de novo material, estruturando o seu serviço através da extensão da Rede Inter Cidades a Lagos, Vila Real de Santo António, Marco de Canavezes e Régua, Viana do Castelo e Valença e estender a rede Urbana até Torres Vedras”.
    Sim, leu bem. Caldas da Rainha e a linha do Oeste ficam de fora da rede Intercidades.

    [/shc_shortcode]

  • Geada destruiu culturas de Inverno mas pode ajudar a pêra e a maçã

    Geada destruiu culturas de Inverno mas pode ajudar a pêra e a maçã

    O frio intenso que fez baixar os termómetros a temperaturas negativas durante grande parte do mês de Janeiro causou prejuízos aos produtores de hortícolas na região. As culturas mais afectadas foram as de couve, alface e curgete, mas também a batata e o tomate. Contudo nem tudo são más notícias: para as árvores de fruto mais comuns na região, as macieiras e as pereiras, a vaga de frio pode significar uma campanha de 2017 produtiva.

    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]

    No primeiro mês de 2017 o frio foi extremo, com baixos índices de humidade relativa e durante um período prolongado, o que acabou por prejudicar os agricultores que arriscaram cultivar.
    As temperaturas negativas provocadas pela geada destruíram completamente as culturas ao ar livre, como a batata, a couve e a curgete, adianta o presidente da Associação. Mas também afectou com gravidade as plantações em estufa não aquecida, que representam a grande maioria das culturas na região. Nestas, a alface teve perdas parciais. Já o tomate tem como principal consequência o atraso da chegada deste fruto ao consumidor. “Queimou os rebentos e as flores, o que vai provocar um atraso de um mês na produção”, disse à Gazeta das Caldas o presidente da Associação Interprofissional de Hortícolas do Oeste (AHIO), António Gomes. Por norma o tomate chega ao mercado em Abril.
    António Gomes refere que não é possível quantificar as perdas, mas adianta que “são sempre valores altos, que podem chegar aos milhões de euros”.
    Além dos prejuízos para os agricultores, este é um problema que vai acabar por afectar os consumidores. Ao atraso na chegada de alguns produtos, também se estima que haja um aumento dos preços, até porque não foi só em Portugal que o problema surgiu. No sul de Espanha, na Costa do Sol, de onde vêm a maioria dos produtos nesta altura do ano, também houve muita geada, o que faz com que haja falta de produtos, tendo em conta a procura grande que existe também por parte dos mercados da Europa do Norte.
    Emídio Silva, engenheiro agrícola, explica que as plantas são afectadas ou mesmo mortas por acção do frio devido à cristalização da água, que provoca que as células das folhas das plantas quebrem.
    Além dos hortícolas, também algumas frutas são afectadas, nomeadamente as que nesta altura do ano ainda têm folhas, como as laranjeiras e outras espécies tropicais ou semi-tropicais, que não são tão adaptadas ao rigor deste tipo de inverno.
    Em relação à batata, apesar de quem arriscou a plantação nesta altura do ano ter sido afectado, o engenheiro agrícola refere que as perdas podem não ser totais nos casos em que a planta, semeada em Dezembro, não tenha ainda saído da terra e a chuva caída nos últimos dias até pode dar uma ajuda.

     

    FRIO FAVORECE MAÇÃ E PERA

     

    Se para os hortícolas o frio intenso causou prejuízos, para a maçã e para a pêra rocha o frio que se registou pode significar uma campanha de 2017 promissora caso as  condições se mantenham favoráveis. As pomóideas (como as macieiras e as pereiras) e as prunóideas (como os pessegueiros, cerejeiras e ameixoeiras) passam por um processo natural de vernalização. “O efeito é que a floração ocorrerá mais cedo e será mais homogéneo”, refere Emídio Silva, que acrescenta, no entanto, que é importante que não surja agora uma segunda fase de geada, que, aí sim, poderia ser desastrosa para estas culturas.
    “Se a temperatura subir, nas pronóideas a floração pode começar na primeira quinzena de Fevereiro, o que expõe as árvores a esse risco”, refere o engenheiro agrícola. Este é o receio dos fruticultores nesta altura, acrescenta, “mas a esperança é que vai ser um ano bom para estas frutas”.
    Além do frio, o que também está a preocupar os agricultores da região é a falta de chuva, que pode resultar em falta de água nos meses mais quentes.
    Este é, acrescenta, um problema que já se está a sentir noutras zonas do país, como no Alentejo para as culturas de cereais.

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    Noticias das Caldas
    |J.R.
    Noticias da Caldas
    | J.R.

     

  • Uma streetwear no Caldas Shopping

    Uma streetwear no Caldas Shopping

    No centro comercial da Rua Miguel Bombarda abriu recentemente a MGA.Shop, uma streetwear (loja que vende roupa urbana) que resulta da aposta de Miguel Abreu, empresário de Barcelos que há três anos abriu esta marca em São Martinho do Porto.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Liane Ferreira, a responsável da loja de Verão, passou a ser a responsável da loja das Caldas e explicou à Gazeta das Caldas que decidiram abrir este espaço na cidade porque “o comércio tem vindo a evoluir muito e a cidade é bonita e atrai muita gente de fora”. A alfeizerense considera que esta “é a melhor zona de comércio da região e tem potencial”.
    Afirmou que as marcas que vendem não existiam nas Caldas e esclareceu que têm “produtos totalmente nacionais e outros de marcas internacionais, mas feitos em Portugal”.
    Na MGA.Shop há roupa de homem, mulher e jovem. “Temos roupa mais desportiva e mais clássica e também temos acessórios”, informou Liane Ferreira, que foi também a responsável pela decoração em tons de cinzento e branco e mobiliário preto.
    A abertura da loja nas Caldas não criou um posto de trabalho, porque Liane já trabalhava para a empresa. No entanto, no Verão terá de ser contratada uma nova funcionária para São Martinho do Porto.
    Em termos burocráticos foi tudo fácil e rápido. O espaço não precisou de obras e bastou colocar o mobiliário, rechear e abrir as portas.
    Liane Ferreira, que não quis revelar o montante investido nem o modo de financiamento, elogiou a localização do novo espaço comercial porque se situa “numa rua movimentada”.
    A MGA.Shop localiza-se no Caldas Shopping (na Rua Miguel Bombarda, nº74) loja 003 e está aberto de segunda a sábado entre as 10h00 e as 13h30 e entre as 14h30 e as 19h00.  [/shc_shortcode]

  • O Cantinho

    O Cantinho

    Energia Fotovoltaica
    Geral: Durante a última semana, 58% das necessidades de electricidade de uma família típica na região de Leiria foram cobertas/satisfeitas por uma instalação padrão de painéis solares fotovoltaicos.
    Detalhe: A produção doméstica de electricidade a partir de painéis fotovoltaicos correspondeu a 41,2 kWh, o que permitiu abastecer os pequenos electrodomésticos, o frigorífico e a iluminação.
    Energia Eólica
    Geral: Durante a última semana o vento permitiu gerar, em média, a electricidade suficiente para abastecer 167 000 habitações, graças à produção de todos os parques eólicos em funcionamento na região de Leiria.
    Detalhe: A produção de electricidade de origem eólica na passada semana permitiu abastecer 60% das habitações de Leiria.
    Energia Solar Térmica
    Geral: Uma instalação média de painéis solares térmicos na região de Leiria permitiu cobrir 31% das necessidades de aquecimento de águas de uma família padrão durante a semana anterior.
    Detalhe: O aquecimento de águas a partir de painéis solares térmicos em Leiria permitiu a uma família poupar, por exemplo, 1,27 m3 de gás natural, durante a última semana.

  • Abriu em Alfeizerão uma barbearia  de estilo retro-vintage

    Abriu em Alfeizerão uma barbearia de estilo retro-vintage

    Localiza-se na Rua 25 de Abril, a principal via que atravessa a localidade de Alfeizerão, e tem as portas abertas no nº 130 B. Do lado de fora está pendurado um pólo de barbeiro rotativo que é o símbolo máximo da profissão. Para os clientes é também um sinal que o espaço se encontra aberto pois Nelson Baptista retira-o quando chega a hora do fecho.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Ao entrar na Barbearia Baptista encontramos uma enorme sala decorada com um estilo vintage, bem à moda americana dos anos 50 e 60: a parede vermelha, o pavimento axadrezado preto e branco, sofás prateados e posters dos Schorem Barbers (barbeiros holandeses mundialmente conhecidos que só fazem cortes dos anos 30 aos 50). Estes criaram as pomadas da marca Reuzel, que Nelson Baptista também vende no seu espaço. Aqui também há um mini-frigorífico com cervejas, máquina de café, revistas da Playboy e uma cadeira com pelo menos um século que pertenceu aos dois antigos barbeiros de Alfeizerão. A aparelhagem passa música rockabilly e blues.
    Em breve, num dos cantos da barbearia será montado um bar, no noutro alguns expositores com a linha de roupa que o proprietário também está prestes a lançar. Já a televisão que actualmente está conectada à MTV passará apenas a transmitir imagens de barbeiros “old-school”, pin-ups e carros hot rods.
    Nelson Baptista, 41 anos, trabalhou durante duas décadas para empreiteiros da EDP, mas desde os 18 anos que descobriu o gosto pelos cabelos. “Foi quando comprei uma máquina de corte de cabelo e cortei o meu sozinho pela primeira vez. Depois comecei a cortar a familiares e amigos e dei conta que mesmo sem formação nenhuma me desenrascava bem”, recordou o responsável. Aquilo que era apenas um hobbie passou a prioridade quando se apercebeu que o seu trabalho na área da electricidade não o preenchia. “Sempre fui um inconformado e senti que estava na altura de mudar de vida. Ganhei coragem e graças a uma certa dose de loucura deixei o meu emprego para abrir a barbearia”, disse Nelson Baptista, revelando que ainda chegou a trabalhar uns meses numa empresa de seguros antes de avançar com o seu próprio negócio. Necessitou de investir 15 mil euros para concretizar o sonho de ser barbeiro.
    Actualmente, Nelson já é formado em cabeleireiro/barbearia, especializado no corte para homens. “Faço desde o corte vintage, o moderno ou o clássico”, afirma, realçando que mais do que seguir as modas, procura criar estilos. “Aquilo que é tendência nem sempre corresponde ao gosto das pessoas e o mais importante é saber corresponder ao estilo de cada um”, acrescenta. O barbeiro também explora a arte do desenho em cabelo e, quanto às barbas, diz que se usam desenhadas, cheias, alinhadas com os ângulos do rosto, mas sobretudo com um aspecto arranjado. É também fundamental que sejam bem hidratadas com produtos específicos para o efeito.
    Além de tratar a barba e o cabelo, a Barbearia Baptista tem ainda um serviço de tatuagens por marcação prévia. Em horário de Inverno, o estabelecimento funciona de terça a sexta-feira das 9h30 às 19h00, com pausa para almoço entre as 13h00 e as 14h30. Aos sábados encerra às 17h00 e segunda-feira só abre a partir das 14h30.[/shc_shortcode]

  • PS/CALDAS – Obras de ampliação da urgência do hospital das Caldas

    Os vereadores do Partido Socialista tomaram conhecimento, a partir de uma reunião que se realizou entre a Câmara Municipal e o Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Oeste, que se encontra em preparação o lançamento de um novo concurso público para as obras de ampliação do hospital das Caldas da Rainha.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Esta informação lançou uma apreensão pública que cumpre saber se tem ou não justa razão de ser.
    O novo concurso apresenta um orçamento de 2.750.000 euros. Deste modo, interrogamo-nos se fica sem efeito o actual concurso orçamentado em 1.733.000 euros, que, de acordo com o publicado, encerrou 30 dias depois de 24/11/2016, e ao qual terão concorrido cerca de 20 empresas. Não foi dada informação se se trata de um novo concurso ou se se implica o cancelamento do concurso inicial.
    A confirmar-se o cancelamento, Caldas da Rainha volta a ver adiados todos os prazos para a execução das imprescindíveis obras do hospital. Consideramos profundamente preocupante esta eventual pulverização de prazos e de compromissos tornados públicos em diversas circunstâncias.
    Acresce que desconhecemos formalmente o âmbito e o teor das obras que se pretende executar e que acrescentam um milhão de euros ao orçamento do projecto original.
    Acresce ainda que, em matéria de salvaguarda de erário público, parece haver lugar a indemnização às empresas concorrentes, o que revelaria um exercício escusada e dispendiosamente perdulário.
    Não se compreende este erratismo na adjudicação de umas obras de ampliação, ainda por cima numa unidade hospitalar que revela tantas e tão desnecessárias dificuldades em recuperar a capacidade de resposta que já antes possuiu. É imperativo conhecer devidamente os fundamentos, eventualmente positivos, que dão origem a esta alegada reinicialização do processo construtivo de ampliação.
    Instamos o Senhor Presidente da Câmara a solicitar informações escritas e incluir este assunto com carácter de urgência numa das audiências que foram solicitadas ao Ministério da Saúde, que, sabemo-lo, acompanha de perto este assunto.

    Os vereadores do Partido Socialista

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