Tag: formação

  • Programa Apoiar

    Catarina Luís
    Partner/Advogada na Lacerda Dias & Associados – Soc. de Advogados

    Em sequência do impacto das medidas restritivas para contenção do vírus, impõe-se agora a necessidade de desenvolver e implementar novos instrumentos, destinados a apoiar as empresas a suportarem os seus custos de funcionamento, mitigando assim os impactos negativos sobre a faturação, causados pela pandemia, visando dessa forma a subsistência de empresas viáveis e que se encontram, temporariamente, com dificuldades para fazer face aos seus compromissos.
    Nesses termos, foi criado o Sistema de Incentivos à Liquidez, designado Programa APOIAR.
    O Programa APOIAR, é dividido em duas medidas, cumuláveis entre si, com aplicação em todo o território de Portugal continental:
    • «APOIAR.PT»
    • «APOIAR RESTAURAÇÃO»
    As candidaturas são apresentadas no âmbito de aviso para apresentação de candidaturas publicado pela Autoridade de Gestão do Programa Operacional Temático Competitividade e Internacionalização e submetidas através de formulário eletrónico simplificado, disponível no Balcão 2020, no sítio na Internet https://balcao.portugal2020.pt.
    Os apoios destinam-se a determinados sectores de atividade, pelo que antes de submeter a candidatura, deverá ser efetuada uma análise relativa ao CAE, por forma a verificar a admissibilidade de aplicação dos referidos apoios.
    • APOIAR.PT
    Nesta vertente da medida, são beneficiários as micro e pequenas empresas de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica, cuja atividade se insira nos CAE’s listados, devendo igualmente cumprir uma série de critérios impostos legalmente. Para mais, importará também registar uma diminuição da faturação comunicada à AT no sistema e-Fatura de, pelo menos, 25 % nos três primeiros trimestres de 2020, face ao período homólogo do ano anterior ou, no caso de empresas que iniciaram atividade no ano de 2019, declarar uma diminuição da faturação média mensal comunicada à AT no sistema e-Fatura de, pelo menos, 25 % nos três primeiros trimestres de 2020, face à média mensal do período de atividade decorrido até 29 de fevereiro de 2020, considerando apenas os meses civis completos.
    No caso, o apoio será atribuído sob a forma de subvenção não reembolsável, com uma taxa de financiamento de 20 % do montante da diminuição da faturação da empresa, com o limite máximo de 7.500 euros para as microempresas e de 40.000 euros para as pequenas empresas.
    No caso das empresas cuja atividade principal se encontra encerrada administrativamente, enquadrada nos CAE 56302, 56304, 56305, 93210 e 93294, o limite máximo é alargado para 11.250 euros, no caso das microempresas, e para 60.000 euros, no caso das pequenas empresas.
    • APOIAR RESTAURAÇÃO
    No caso desta medida, serão beneficiárias as PME de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica, que se enquadrem no CAE 56: Restauração e similares. Como referimos anteriormente, e à semelhança da outra medida de apoio, para que a candidatura seja aceite, existem diversos requisitos que terão de ser verificados, como por exemplo, estar abrangido pela suspensão de atividades em decorrência das medidas restritivas e declarar uma diminuição da faturação média diária comunicada à AT no sistema e-Fatura nos dias em que vigore a suspensão de atividades, face à média de faturação diária registada nos fins de semana compreendidos entre o dia 1 de janeiro de 2020 e 31 de outubro de 2020, ou, no caso das empresas constituídas em 2020, no período de atividade decorrido até 31 de outubro de 2020.
    Também nesta medida o apoio é atribuído sob a forma de subvenção não reembolsável, sendo a taxa de financiamento de 20 % do montante da diminuição da faturação.
    Logicamente, se as empresas aderirem a estas medidas, terão de cumprir diversas obrigações, concretamente, e desde a data de submissão da candidatura, bem como nos 60 dias úteis subsequentes à apresentação do pedido de pagamento final, não distribuindo lucros e dividendos, sob qualquer forma, nomeadamente a título de levantamento por conta, nem fazer cessar contratos de trabalho ao abrigo das modalidades de despedimento coletivo, de despedimento por extinção do posto de trabalho, ou de despedimento por inadaptação.

  • CERCINA inicia novos grupos de processo RVCC

    O Centro Qualifica CERCINA iniciou, esta semana, dois grupos de processo RVCC (Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências). Um de nível básico (equivalência ao 9º ano) e outro de nível secundário (equivalência ao 12º).

  • Novas Alterações à medida de Apoio à Retoma progressiva

    Catarina Luís
    Partner/Advogada na Lacerda Dias & Associados – Soc. de Advogados

    Foi publicado a 19 de Outubro, o Decreto-Lei nº 90/2020, que veio alterar a medida de Apoio à Retoma progressiva, modificando assim os seus pressupostos de acesso e concessão, por forma a flexibilizar o regime.
    Nesses termos, passou a considerar-se situação de crise empresarial, para efeito de atribuição do apoio, a seguinte situação:
    Quebras de faturação iguais ou superiores a 25% no mês civil completo imediatamente anterior ao mês civil a que se refere o pedido inicial de apoio ou de prorrogação, face ao mês homólogo do ano anterior ou face à média mensal dos dois meses anteriores a esse período ou, ainda, para quem tenha iniciado a atividade há menos de 12 meses, face à média da faturação mensal entre o início da atividade e o penúltimo mês completo anterior ao mês civil a que se refere o pedido inicial de apoio ou de prorrogação.
    Também a percentagem de redução do período normal de trabalho foi adaptada, sendo que os seus limites dependerão do nível de crise empresarial no qual a empresa em questão se insere. (ver quadro)
    Veja-se igualmente que o período normal de trabalho para efeito do apoio é aferido em termos médios e por referência ao mês, devendo respeitar os limites diários e semanais em vigor.
    Assim, as empresas em situação de crise empresarial, que pretendam candidatar-se ao apoio têm até ao final do mês seguinte ao que o apoio diz respeito, para submeter o pedido junto da segurança social direta.
    De salientar que a aplicação das reduções horárias no âmbito da medida, têm de ser atempadamente comunicadas aos trabalhadores como já estava previsto anteriormente, mantendo-se igualmente os seus deveres, como por exemplo, manter comprovadamente, as situações contributiva e tributária regularizadas perante a segurança social e da AT, bem como, durante o período de redução e nos 60 dias seguintes não fazer cessar contratos de trabalho ao abrigo das modalidades de despedimento coletivo, de despedimento por extinção do posto de trabalho, ou de despedimento por inadaptação.

  • Crise(s)

    Marília Santo
    Project Manager

    2020 parecia ser um ano promissor para a maioria das empresas e organizações. Contudo, o mundo foi assolado pelo surto do COVID, e tudo teve de ser reequacionado. Se algum Gestor disser que a sua Organização ficou igual desde março de 2020, não estará a ser verdadeiro consigo próprio.
    Aparentemente, havíamo-nos livrado da crise, mas atualmente essa palavra está cada vez mais no nosso vocabulário, e é cada vez mais a realidade para muitos de nós – pessoas e organizações. E, tudo aponta para que estejamos ainda no início.
    Com as medidas de apoio excecionais que foram lançadas, o impacto da crise está ainda camuflado – mas, a fatura terá de ser paga, e como tal as Organizações devem preparar-se o melhor possível.
    Com a crise vem obrigatoriamente a mudança, e a necessidade de adaptação inédita a vários níveis das organizações.
    A mudança é um processo inevitável e desejável nas Organizações. Contudo, a natureza humana é de resistência face à mesma. Assim, e perante um cenário em que a mudança é sinónimo de sobrevivência, a gestão não tem tempo a perder, e deve procurar práticas e estratégias que promovam uma transição e uma adaptação mais saudável e eficaz.
    A crise e a mudança andam muitas vezes de mão dada – mas em regra nós não queremos mudar – nem individualmente, nem enquanto Organização. É preciso lembrar ainda que:
    “Consumidores mais exigentes, novos competidores, redução forçada do ciclo de vida dos produtos, novo perfil da força de trabalho e muitos outros fatores vieram atormentar a vida já não tão tranquila dos dinossauros organizacionais.” (Wood, Curado & Campos, 1994).
    Assim, quer esteja a sentir ou não os efeitos da crise, não deixe a sua Organização ficar para trás!
    Se precisa de:
    • reestruturar as suas equipas
    • analisar a estrutura de recursos humanos
    • efetuar despedimentos ou reduzir quadros
    • negociar saídas de colaboradores de algumas áreas
    • avaliar possibilidades de apoios à contratação ou manutenção de postos de trabalho ou
    • apoio especializado, prático, e direcionado aos seus problemas
    Consulte-nos!

  • Workshops com diversos temas na Foz do Arelho

    Estão a decorrer workshops de patchwork, maquilhagem, escrita criativa, yoga e feng-shui

    Durante o mês de outubro irão decorrer workshops sobre diversos temas na agência turística Teresa Vai de Férias, no número 10 da Rua Francisco Almeida Grandela, na Foz do Arelho.
    Estas formações terão temáticas variadas, como patchwork, maquilhagem, escrita criativa, yoga para mulheres e feng shui.
    A participação em cada workshop tem um custo de 10 euros por pessoas e está prevista a realização de sessões em português e em inglês.
    Segundo a organização, cada workshop tem uma duração estimada de cerca de uma hora e meia.
    “Todas as medidas de higiene e segurança estão asseguradas, como o uso obrigatório de máscara e de álcool gel para desinfetar as mãos”, informou a empresa em comunicado.
    Um dos objetivos que esteve na génese da criação destes workshops passava por “criar uma dinâmica que ajudasse a combater a sazonalidade típica na Foz do Arelho”. A empresa pretende também “promover a saída de casa com a realização de atividades saudáveis e seguras”.
    A mesma empresa está actualmente a aproveitar a época baixa para convidar influencers a descobrir a região Oeste.
    “No fim de semana de 10/11 de outubro vão estar pela Foz do Arelho o casal do amarviajarpetiscar que tem 49 mil seguidores no Instagram e no fim-de-semana seguinte vai estar o Voar sem escalas que tem 15 mil seguidores no Instagram”, revelou a empresa.

    Promover a Foz do Arelho
    Em comunicado, os responsáveis da agência realçam que esta “pretende ser mais do que uma empresa de animação turística” e que “procura a promoção de produtos, empresas e marcas da região, pelo que é fundamental utilizar os canais que existem para estimular a curiosidade e a procura da nossa região”.
    Para a realização deste projecto a empresa contou com o apoio de vários parceiros que vão assegurar um conjunto de experiências e que inclui alojamento, refeições e várias atividades.

  • Apostar na educação para combater a desigualdade

    A formação e educação foram apresentados como a solução para diminuir as desigualdades de oportunidades entre homens e mulheres, que continua a ser uma realidade em todos os sectores, defenderam vários oradores num colóquio online promovido pela EHTO

    A desigualdade de género é transversal na sociedade e o sector do turismo não é uma excepção, diz Vera Cunha, do departamento de formação do Turismo de Portugal, quando convidada a falar sobre as oportunidades entre mulheres e homens no mercado laboral. Antes da pandemia, este sector era responsável por um em cada 11 empregos a nível mundial. Cerca de 60 a 70% da mão de obra do turismo a nível mundial é feminina, mas existe alguma sub-representação e a segregação dentro da área, sobretudo hoteleira, concretizou a responsável, exemplificando que, “por defeitos de linguagem”, normalmente fala-se da governanta e do director de hotel.
    Vera Cunha referiu-se também à pouca qualificação a que normalmente o sector está associado, o que leva a que depois também seja mais difícil o crescimento profissional dentro das estruturas. Defende, por isso, que é importante investir na formação.
    Para a jurista Joana Gíria a informação e educação são determinantes para se mudarem mentalidades e esbaterem-se estereótipos assentes no género, como o do barman e da senhora da limpeza.
    “São atribuídos à mulher normalmente a extensão dos trabalhos de cuidado e dos trabalhos domésticos que se fazem em casa”, disse, destacando que é fundamental uma educação para a cidadania nas escolas, contribuindo para o esclarecimento das pessoas e para uma “política que tem que estar assente na dignidade do ser humano”.
    Joana Gíria citou um estudo recente da Conferencia das Nações Unidas que diz que as respostas à pandemia são dadas sobretudo por mulheres mas que, por outro lado, são elas a maioria dos trabalhadores a serem dispensados por todos os sectores de actividade.
    “Se há um sexo que fica desprotegido é o feminino, porque as mulheres continuam a ser as que estão na linha da frente na luta para combater este vírus, estando em maior número na área da saúde e nos lares”, realçou a jurista, que já presidiu à CITE- Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego.
    Também presente neste colóquio online, Ângela Carreira, técnica da CITE, lembrou que esta organização tem contribuído para a diminuição dos estereótipos que persistem no mercado de trabalho, e defende que esse combate deve ser feito através da formação. “Temos boa legislação a nível da parentalidade e da representação equitativa das mulheres e homens nos cargos de topo, mas falta-nos muito esta prática”, sustentou .

    MULHERES “MAIS RENTÁVEIS E PERFECCIONISTAS” DO QUE OS HOMENS

    O único homem num painel de mulheres, o empresário Carlos Martinho, partilhou a experiência na sua unidade hoteleira em que cerca de 80% dos trabalhadores são mulheres.
    “Acho que elas são muito mais rentáveis e perfeccionistas do que os homens”, disse o empreendedor, acrescentando, ainda, que ao nível dos vencimentos também não existem grandes alterações.
    Neste encontro, foram ainda partilhadas histórias de uma empreendedora que abriu um negócio em plena pandemia, e o percurso de três alunas.
    Catarina Mendes é directora geral e proprietária do Aquae Ductus Suites em Óbidos, um alojamento de charme situado junto ao Aqueduto. Trata-se de um sonho antigo, que a empresária está a conseguir concretizar com o apoio da família. “O meu marido fica em casa a tomar conta do nosso filho para que eu possa tratar do alojamento”, disse, realçando que as mentalidades estão a mudar e que, por exemplo, na hotelaria já se vêem mulheres a trabalhar nos bares e restaurantes, um mundo até há pouco tempo muito masculino.
    Os oradores destacaram a capacidade de reinvenção rápida do sector do turismo, dando o exemplo da campanha para fazer férias dentro do país, que terá ajudado muitas famílias do interior.
    No final, Madalena Rodrigues, formadora na EHTO, realçou que este é o momento de transformar um sector que foi bastante atingido pela crise e que pode, mesmo, servir para mostrar que “homens e mulheres, pela sua competência e mérito, devem ser vistos como pessoas e é nessa condição que devem ser escolhidos para cargos de chefia ou de operação”.

  • Escola de trading caldense lança curso de educação financeira

    A Steer – The Indie School of Trading, que tem sede nas Caldas da Rainha, lançou um novo curso de educação financeira para interessados em aprender sobre mercados financeiros e sobre os produtos que as entidades bancárias oferecem. Nesta formação curta, os participantes aprendem ainda noções básicas que lhes permitem entender e avaliar produtos financeiros e tomar melhores decisões.
    O workshop funciona em quatro horas de conteúdos distintos, nos quais se ensina o funcionamento básico de produtos financeiros e onde encontrar a melhor informação sobre estes. Os participantes irão aprender a analisar fases de mercados financeiros e a sua dinâmica, assim como adquirir capacidade de tomar melhores decisões sobre os seus investimentos.
    O primeiro destes cursos de curta duração realiza-se a 8 de Setembro no Rio do Prado, no Arelho (Óbidos), com custo de inscrição de 80 euros e limite mínimo de 10 participantes. Também estão já agendados cursos para Lisboa, a 28 de Setembro no IdeaSpace, e para o Porto, a 27 de Outubro no espaço Porto i/o .

  • Estágio Curricular, uma porta de entrada para o Mercado de Trabalho

    A Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste organiza para os seus alunos, todos os anos, um plano diversificado de Estágios Curriculares, em território nacional e internacional, com a duração de 3 meses (500 horas), fundamentalmente durante os meses de Junho, Julho, Agosto e Setembro. Este é um momento pedagógico importante e fundamental, que está a decorrer durante este período do Verão, muitas vezes decisivo e de viragem, de amadurecimento pessoal e profissional, que pode e deve ajudar os alunos a consolidar e estabilizar as suas opções, tendo em vista a materialização de um caminho de satisfação, felicidade e sucesso!
    Os estágios são, por isso, uma porta de entrada para o mercado de trabalho e um mecanismo eficaz de redução da taxa de desemprego. Por outras palavras, produzem efeitos positivos e multiplicadores para os alunos, para as Escolas e também para os empregadores. Ou seja, há um impacto direto na valorização da economia do turismo que se não deve menosprezar, antes pelo contrário, deve valorizar-se e reconhecer o esforço desenvolvido pela Escola, pelos alunos e suas famílias!
    Impõe-se, assim, que as empresas e demais instituições possam olhar para os alunos estagiários de forma estratégica, como um recurso vital à sustentabilidade do setor, criando as melhores condições técnico-pedagógicas para o desenvolvimento de atividades em estágio que respeitem a diversidade de temáticas lecionadas na Escola, assegurando aos alunos apoios ao nível da orientação e acompanhamento, alimentação, alojamento, bolsa de estágio e plano de desenvolvimento de carreira. As empresas devem, assim, orientar e avaliar o desempenho dos alunos de acordo com os seguintes critérios: Apresentação Pessoal; Pontualidade e assiduidade; Qualidade e organização de trabalho; Ritmo de trabalho; Autonomia, iniciativa e criatividade; Aplicação das regras de higiene e segurança; Trabalho de equipa e relacionamento interpessoal; Sentido de responsabilidade; Conhecimentos e competências profissionais demonstrados; Participação e adaptação profissional.

    PREFERÊNCIA AO OESTE

    A Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste continuará, sempre, a desenvolver este trabalho de proximidade e acompanhamento no que diz respeito à Inserção Profissional dos seus alunos, que afinal é um dos seus objetivos estratégicos e uma das suas razões de existência. Por outro lado, deve dizer-se igualmente que a Escola tem vindo a preocupar-se cada vez mais com a necessidade dos estágios poderem decorrer, com qualidade, em unidades e estabelecimentos localizados na Região Oeste, uma vez que se assume que a Escola deve ter um papel e uma responsabilidade no desenvolvimento regional e local.
    Graças ao “programa Erasmus +” vários alunos têm tido a possibilidade de realizar estágios internacionais com a duração de um mês em diversos países, nomeadamente, França, Estónia, Itália, Bélgica, Espanha, Turquia, Reino Unido e EUA. A realização de estágios fora de Portugal permite desenvolver várias competências técnico-pedagógicas, linguísticas, profissionais, de confiança e auto-estima, independência, desenvolvimento relacional e pessoal, além de ser uma forma de enriquecimento ao nível da compreensão de uma sociedade em constante mudança e tolerância face à diversidade cultural, estimulando a abertura de mentalidade a um mundo cada vez mais global.
    Os alunos formados nas Escolas do Turismo de Portugal têm uma taxa de empregabilidade de 94%, de acordo com o mais recente Estudo de Inserção Profissional, relativo a 2018. A maioria dos inquiridos (87%) encontra-se a trabalhar nas áreas da Hotelaria e Restauração, tendo 70,7% conseguido colocação no mercado de trabalho em menos de um mês e 91,7% em menos de três meses. Os resultados deste estudo indicam ainda que o rendimento mensal nas profissões do turismo aumentou. Em 2018, 33,8% dos novos profissionais no mercado de trabalho auferiam rendimentos no escalão entre 751 euros a 1000 euros.

    FIM DAS PROPINAS PARA ESCOLARIDADE OBRIGATÓRIA

    A Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste vai abolir, já no próximo ano letivo 2019/2020, as propinas para os estudantes que frequentam cursos de nível IV, que corresponde aos alunos que estão a cumprir a escolaridade obrigatória. Esta é uma das principais novidades do ano letivo que se avizinha e cujas candidaturas estão abertas até 15 de Setembro (2.ª fase).
    Sendo uma das instituições públicas com missão de formar recursos para o setor do turismo, e procurando garantir os princípios constitucionais da igualdade de oportunidades e do acesso de todos os estudantes à educação gratuita, a eliminação das propinas de frequência para os cursos de dupla certificação de nível IV não é a única novidade que o Turismo de Portugal apresenta para o ano letivo 2019/2020.
    Será também reduzido em 50% o custo das inscrições e matrículas, tanto para o nível IV como para o nível V, criando condições para o reforço da atratividade dos cursos e consequentemente para o reforço da captação de talento para o setor.
    Também na prossecução de responder ativamente às necessidades expressas por alunos, profissionais e empresários, a oferta formativa da EHT Oeste para o próximo ano letivo 2019/2020 será: Nível IV – Técnicas de Cozinha/Pastelaria; Técnicas de Restaurante/Bar; Técnicas de Alojamento Hoteleiro. Nível V – Gestão de Turismo; Gestão e Produção de Cozinha; Gestão e Produção de Pastelaria. Além destas novidades, a Escola apresentará igualmente os cursos de Padaria Avançada – 5.ª Edição e a novidade do Curso de Escanção (1.ª Edição) – Enologia e Serviço de Vinhos.
    A rede de 12 Escolas do Turismo de Portugal implementa um programa formativo – Tourism Training Talent – focado nas componentes da comunicação, da gestão e das vendas, com uma atenção especial à inovação e ao conhecimento nos domínios do marketing e do digital. O programa pedagógico integra áreas de desenvolvimento pessoal (aulas de teatro, voz e movimento), de comunicação e storytelling, de gestão (comercial e vendas) e de inovação e empreendedorismo. Nas áreas técnicas, a aposta é em novos métodos e produtos, com ênfase na área digital, com a introdução de softwares de ensino como é o caso da gamificação, ligada à gestão e ao planeamento.

    Daniel Pinto
    Diretor da Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste

  • A importância da formação na área da Pastelaria e da Padaria

    A importância da formação na área da Pastelaria e da Padaria

    A pastelaria portuguesa é muito rica em tradição e história mas, hoje em dia, é necessário enriquecer os conhecimentos na área, além da grande dedicação que esta profissão requer. Aos profissionais, cada vez mais, exige-se precisão e rigor no dia a dia, que é muito exigente a nível de horários e trabalho aos fins de semana. Os trabalhadores deste setor devem ser flexíveis, versáteis e muito vocacionados para a aquisição de conhecimento e competências nas diversas áreas de trabalho relacionado com a pastelaria e padaria.
    Nas empresas deve haver uma constante preocupação com a formação profissional. Esta aposta, para ser considerada um investimento, tem que contribuir para melhorar e acrescentar valor ao que já existe.
    A formação permite criar competitividade efetiva e saudável entre as empresas relacionadas com as áreas da pastelaria e da padaria.
    Na perspetiva do trabalhador, a aquisição de novos conhecimentos permite uma valorização pessoal, tendo vantagens enquanto profissional inserido no mercado de trabalho ou mesmo estando à procura de emprego.
    As novas tendências no que diz respeito à pastelaria/padaria prendem-se com a criatividade, inovação, novos sabores e sensações através dos ingredientes e do aspeto visual. Há uma outra área em expansão que está relacionada com a promoção da saúde e do bem-estar. Uma grande parte desta indústria já está a fazer um esforço para reduzir os ingredientes indesejáveis tais como o sal, o açúcar e a gordura nas suas receitas para dar resposta à procura do consumidor que é cada vez mais exigente e esclarecido.
    A Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste (EHTO), nas Caldas da Rainha, possui uma oferta formativa variada e preocupa-se em formar os seus alunos tendo em conta as novas tendências do setor. No mês de fevereiro, terá início a 4ª edição do curso de Padaria Avançada, formação onde há um grande destaque ao uso de produtos naturais e biológicos na confeção dos mais variados tipos de pão. Esta ação – que inclui módulos como Segurança e Higiene Alimentar na Padaria, Técnicas de Panificação e Padaria Dietética e Funcional e Padaria Internacional – tem a duração de 600 horas (6 meses) ou a possibilidade de frequência de módulos de 25 e 50 horas.
    A aquisição de novos conhecimentos, a nível internacional, também está presente no decorrer dos nossos cursos de Pastelaria e de Padaria. Recentemente, os nossos formandos, acompanhados pelos formadores da área, deslocaram-se a França para visitar a feira internacional SIRHA 2019 que teve lugar em Lyon. Este certame reuniu cerca de 3000 expositores e marcas e perto 208 mil profissionais das áreas da hotelaria e da alimentação. Os alunos que participaram nesta viagem a terras gaulesas tiveram ainda formação em diversos centros de formação de pastelaria e padaria em Paris. Uma oportunidade de aprender e partilhar conhecimentos com profissionais da área de uma outra cultura europeia onde a padaria e a pastelaria são muito valorizadas.

    Paula Domingues
    Formadora Coordenadora da área de Pastelaria/Padaria
    Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste

    Gazeta das Caldas
  • O que dizem as IPSS sobre a formação profissional

    Cristina Serrano, Diretora Técnica do Centro de Apoio aos Idosos Dr. Ernesto Moreira/Montepio Rainha D. Leonor (CAIM)
    Jacqueline Signer, Gestão de Recursos Humanos da Santa Casa de Caldas da Rainha (SCM)
    Madalena Bernardo, Diretora de Serviços – Centro Social Paroquial de Caldas da Rainha (CSP)

    GABINAE – Que importância tem a Formação Profissional no desenvolvimento organizacional da vossa Instituição?
    CAIM – Centro de Apoio aos Idosos do Montepio: Devido ao aumento da idade média de vida dos nossos utentes, quer na vertente saúde como de social, há uma maior exigência a nível dos cuidados de saúde e geriátricos. Daí a necessidade e a importância de formação específica nestas áreas.
    CSP – A Formação Profissional tem uma importância muito significativa no desenvolvimento organizacional do Centro Social Paroquial de Caldas da Rainha pois permite dotar os colaboradores de competências específicas para o desenvolvimento da sua atividade profissional. Tendo em conta o público alvo da instituição – crianças e idosos -, é fundamental que os profissionais tenham oportunidade de refletir sobre a sua prática profissional e possam adquirir novas ferramentas / conhecimentos teóricos e práticos que lhes permitam aprofundar competências profissionais, relacionais e comportamentais que possibilitem melhorar quotidianamente o seu desempenho profissional.
    SCM – Santa Casa da Misericórdia de CR: A formação profissional é fundamental para a Santa Casa da Misericórdia das Caldas da Rainha, porque aumenta as competências dos nossos(as) colaboradores(as) o que nos permite melhorar o serviço que prestamos aos nossos utentes. Os(as) colaboradores(as) obtêm conhecimentos e técnicas que podem aplicar na sua função, mas também que podem beneficiar delas a nível pessoal. Através da formação é também possível desenvolver competências sociais e de organização o que permite uma sinergia mais fluída entre a organização e trabalhadores(as) e que em última análise resulta numa melhor qualidade de serviço para os nossos utentes.

    GABINAE – Como reagem os vossos colaboradores à ideia de fazer formação? Como os incentivam e que condições lhes são facilitadas?
    CAIM: Os nossos colaboradores aderem muito bem às formações propostas. O Montepio privilegia a formação, disponibilizando-a quer em horário de serviço ou pós-laboral.
    CSP – Os colaboradores da Instituição têm reagido de forma muito positiva às propostas de Formação Profissional, demonstrando abertura e interesse em participar, sempre que o tema é apelativo e vá de encontro ao seu desempenho profissional.
    Sempre que possível a formação realiza-se no horário de trabalho dos colaboradores, havendo a preocupação de conciliar os horários por forma a possibilitar/facilitar a participação dos mesmos, nas ações de formação propostas.
    Quando a formação é ministrada fora do período normal de trabalho, verifica-se uma maior dificuldade dos colaboradores na participação da mesma, demonstrando alguma dificuldade essencialmente quando existem menores a cargo.
    SCM: Em qualquer organização existem sempre colaboradores(as) que têm mais interesse/disposição em frequentar ações de formação do que outros. Na nossa organização temos bastantes colaboradores que têm interesse em receber formação e que solicitam inclusive os temas de seu maior interesse. Tentamos sempre corresponder às suas expetativas, inclusivamente através de facilidade de horário, dado que existe todo o interesse em que os colaboradores se sintam motivados em frequentar formação. Esta motivação, aliada ao interesse da própria instituição, resulta numa melhoria do contexto organizacional, pelo que é do interesse de ambas as partes a frequência em ações de formação.

    GABINAE – Qual o impacto que tem existido, no desempenho dos vossos colaboradores, após terem recebido formação?
    CAIM: Para a maioria dos nossos colaboradores que fazem formação, traz uma melhoria na qualidade do serviço prestado aos nossos utentes, nas relações interpessoais e na consciência do que é ser um colaborador do Montepio.
    CSP – O Centro Social Paroquial de Caldas da Rainha mantem no seu Quadro de Pessoal colaboradores com muitos anos de serviço, uma vez que se encontra a funcionar há já várias décadas. A formação para ativos que tem sido disponibilizada aos profissionais das diferentes Respostas Sociais e Serviços Comuns da Instituição, tem permitido uma constante reflexão e adaptação aos desafios e exigências da sociedade atual, refletindo-se na qualidade de trabalho por estes desenvolvida e consequentemente facilitando a concretização da sua Política Organizacional da Instituição.
    SCM: O impacto no desempenho dos colaboradores após frequentarem ações de formação é sempre positivo. Não só obtêm novas competências a nível de desempenho da própria função, como desenvolvem competências de desenvolvimento pessoais e relacionais que são fundamentais a nível organizacional, mas que são igualmente úteis para situações fora do contexto laboral.
    GABINAE – Concorda com a Formação ao Longo da Vida, para a generalidade dos trabalhadores?
    CAIM: É de extrema importância a formação ao longo da vida para todos os trabalhadores, só assim podemos evoluir e acompanhar as necessidades dos nossos utentes, queremos estar na atualizados no conhecimento, para continuarmos a ser uma referência, na prestação dos nossos serviços.
    CSP – Pensamos que a Formação ao Longo da Vida é fundamental para todos os profissionais pois permite-lhes estarem munidos de conhecimentos teórico/práticos e desta forma conseguirem responder às constantes solicitações que vão surgindo no desempenho da sua atividade profissional. Possibilita-lhes ainda uma constante atualização e desenvolvimento pessoal e profissional.
    Esta formação também é muito importante para as Instituições/Empresas porque lhes permite aumentar o nível de qualificação dos seus colaboradores para assim responderem com mais eficácia às atuais exigências de competitividade e diferenciação.
    SCM: Atualmente a formação ao Longo da Vida é indispensável para o bom funcionamento de qualquer organização e por consequência para a população inserida no mercado de trabalho. A mudança é um fator integrante do contexto organizacional, seja por existirem novos métodos de gestão ou novos meios tecnológicos. A formação ao longo da vida permite obter técnicas e conhecimentos para não só nos adaptarmos a estas variações laborais constantes, mas até antecipá-las. A formação também permite reciclar os conhecimentos obtidos de forma a tentar sempre melhorar a qualidade do serviço oferecido.

  • Os desafios na formação de cozinha

    Gazeta das Caldas
    Luís Tarenta

    Falar de formação em cozinha parece um tema interessante e atual e, de facto, assim é. Contudo, não é um tema assim tão ligeiro como possa parecer pois, na minha opinião, a formação de um cozinheiro passa sempre pela história pessoal de cada aluno.
    Pensar que chegamos a uma cozinha, vestimos uma jaleca, ligamos um fogão, pegamos na matéria prima e com as técnicas que aprendemos na escola fazemos uma “desconstrução do cozido à Portuguesa” é, de todo, um erro. Para que o cozinheiro possa chegar a este patamar, (por si só discutível – esta estória das desconstruções – mas isso são contas de outro rosário) terá sempre que haver um estudo, uma pesquisa para saber as fontes do prato a confecionar.
    Tal como digo aos meus alunos da EHTO, qualquer ser humano sabe cozinhar; uns melhor outros menos bem! Num curso de cozinha, nós formadores, ensinamos termos técnicos, processos de confeção, tipos de serviço, técnicas culinárias, cozinha nacional e internacional, tipos de cozinha, também a história da cozinha, etc. Mas para além destes conhecimentos, tentamos que cada um transmita a sua própria personalidade ao trabalho que faz. E é neste tema que gostaria de expor a minha ideia sobre o que é ser-se cozinheiro hoje em dia.
    Ouvimos os cozinheiros e chefes de cozinha dizer que a cozinha é uma arte, que a cozinha é uma paixão, e eu, como cozinheiro e chefe, concordo plenamente. Jamais me imaginaria a passar um dia que seja sem cozinhar ou estudar cozinha. Não posso esquecer o que é para mim a cozinha – a paixão está nas memórias que tenho a sentir o fumo que me transporta à aldeia onde nasci, o sabor da chanfana que me lembra os almoços feitos pelo meu pai e a sopa… a sopa de feijão que só mesmo a minha avó sabia fazer!
    E estas memórias, estas recordações são a essência desta profissão. Se conseguimos ter paixão ao cozinhar é garantido que quem come aquilo que confecionamos também irá sentir essa mesma emoção em cada garfada que leva à boca.
    Neste ponto, a escola tem um papel fundamental no desenvolver desta fase importante da formação do cozinheiro. Esta geração mais recente tem vivências diferentes daquelas que acabei de referir; os tempos são outros e uma grande parte dos alunos de cozinha não teve as experiências gastronómicas daquilo que era a cozinha portuguesa nos tempos mais antigos (e não precisamos recuar muitos anos). É para nós uma dificuldade, mas também torna maior e mais desafiante a formação. Por isso, na escola privilegiamos os produtos e a cultura regionais; trabalhamos as gastronomias nacional e internacional, sempre com base nas experiências de cada aluno, de cada formador ou até mesmo da família. São frequentes as visitas à praça da fruta, aqui nas Caldas da Rainha, para um contacto direto com os produtos da região, as visitas a restaurantes e pastelarias, a caves de vinhos e outras.
    As experiências que alunos e formadores da escola têm no estrangeiro também são uma forma de aprendizagem, não só para quem as realiza, mas também para toda a comunidade, pois os conhecimentos apreendidos são depois colocados em prática. Nestes últimos cinco anos, já pudemos trazer conhecimento de vários países, que depois se traduziram em evolução na aprendizagem de novos sabores e técnicas. Mas mesmo no estrangeiro esta essência daquilo que somos se reconhece. Seja em que país for, o cozinheiro tem sempre como génese as memórias daquilo que foram os sabores e saberes dos seus antepassados.
    Lembro-me do entusiasmo de toda a comunidade escolar, quando a escola decidiu fazer a atividade “Na cozinha com os avós”; nesse dia pusemos em prática aquilo que defendo ser a essência da profissão e a simplicidade da mensagem que os cozinhados dos nossos antecessores nos transmitem. Ficarão sempre nas memórias daqueles alunos os rissóis da avó do Gonçalo, a Caldeirada de Peniche da Avó da Ana, a Caçoilada da avó do David e muitas outras.
    Concluindo, ser cozinheiro hoje em dia é ser um apaixonado pela profissão, por esta arte efémera. E eu, além de cozinheiro –chefe de cozinha tenho a felicidade de estar na escola do Oeste a transmitir estes conhecimentos a esta geração de “novos cozinheiros”.

    Luís Tarenta

    Chefe de Cozinha, Coordenador

    Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste

  • As Políticas de Formação precisam de revisão urgente

    As Políticas de Formação precisam de revisão urgente

    Esta semana falámos sobre o III Congresso Nacional de Formadores com Nuno Queiroz de Andrade, formador do Gabinae e Presidente da Associação Profissional de Formadores. O congresso realizou-se no dia 19 de outubro, no Fórum Picoas, em Lisboa.

    Sabrina Ribeiro (Gabinae): Desde a primeira hora, o Nuno esteve envolvido na preparação e realização do III Congresso Nacional de Formadores. Hoje, que avaliação faz dos trabalhos do Congresso?
    Nuno Queiroz de Andrade (NQA): Os trabalhos decorreram num clima de abertura, diálogo e partilha entre os oradores convidados e os congressistas, formadores e responsáveis de formação. Tínhamos cerca de 100 participantes inscritos e 15 oradores. Os diversos debates estiveram centrados no contributo da formação para o progresso das pessoas, das organizações e do país.

    Gabinae: Que conclusões foram produzidas no Congresso?
    NQA: Dos diversos debates, destacam-se três conclusões que mereceram o consenso da generalidade dos participantes. A primeira conclusão diz que a profissão de formador está a atravessar um período de intensa e profunda evolução. O novo formador não restringe o seu trabalho a uma sala de formação, mas integra uma diversidade de outras formas, processos, meios e tecnologias capazes de promover aprendizagens.

    Gabinae: Mas no Congresso falou-se só de formadores?
    NQA: Não. Falou-se de um conjunto de aspetos relativos à formação. Talvez a ideia mais referida é a de que uma estratégia de desenvolvimento do país deve incluir a formação e o trabalho do formador como uma das mais poderosas forças para construir um futuro sustentável para todos.

    Gabinae: Houve questões ou temas polémicos?
    NQA: Houve um debate intenso sobre a necessidade de os profissionais da formação divulgarem mais e melhor os resultados do seu trabalho enquanto agentes de mudança. Os formadores e os responsáveis pela formação, aos mais diversos níveis e nos variados âmbitos, precisam de explicar e demonstrar o papel e o contributo da formação. Esse trabalho está quase todo por fazer, nas empresas e no país. E veja o que se está a perder: a formação e o formador devem entregar resultados de mudança e melhoria, das pessoas e das empresas. É toda uma fonte de enriquecimento que é pouco conhecida.

    Gabinae: O Gabinae esteve presente a acompanhar os trabalhos do Congresso e verificámos que se falou muito de política de formação, mas este é um tema de que raramente se fala.
    NQA: É verdade. Fala-se muito pouco desse tema. No congresso falámos de políticas de formação porque a Associação Profissional de Formadores publicou, há quatro meses, um documento com propostas políticas para impulsionar a formação.

    Gabinae: O que diz esse documento para despertar tanto interesse?
    NQA: O documento defende algumas propostas inéditas e mesmo ousadas. A proposta mais inovador é a de que as políticas públicas de formação passem a ser geridas pelo Ministério da Economia para estarem orientadas para a promoção do desenvolvimento do país. Hoje, as políticas de formação têm uma orientação apenas assistencialista, dirigidas para os desempregados e o ensino profissional. Mas não contribuem diretamente para o progresso e o desenvolvimento do país.

    Gabinae: E no congresso foram debatidos esses aspetos?
    NQA: Sim, mas, principalmente, foi referido, por diversos oradores e participantes, que é urgente desburocratizar, simplificar e actualizar a legislação existente. Legislação atual é incoerente, contraditório e redundante, impondo às empresas e às pessoas uma pesada carga burocrática e administrativa que retira tempo e energias para o mais importante: dirigir o esforço para resultados de mudança.

    Gabinae: Como se pode fazer essa mudança?
    NQA: Rever a legislação. E rever as funções dos organismos públicos que lidam com a formação, como o IEFP, a DGERT, ANQEP, Programas Operacionais, etc. Vários destes organismos deveriam ser extintos, fundidos ou reformulados.

  • Refletir sobre o atual conceito de Formação Profissional

    Nos primeiros anos da “formação profissional” em Portugal e perante a forma como por vezes foi desvirtuada, porque, em alguns casos, foi dado uso indevido aos recursos financeiros que a ela eram destinados, instalou-se um estigma que, em certa medida, perdura e leva a que a “formação”, nem sempre seja encarada com a seriedade e a importância de que se reveste, para as pessoas, para as organizações/ empresas e para todo o país. Há que reconhecer que os tempos mudaram muito, nada é como foi e os apertados mecanismos de controlo em vigor, não permitem os abusos e desvios conhecidos naquela época.
    Este é o tempo em que a “formação” faz a diferença no desempenho de um profissional, com diretos e óbvios efeitos nos resultados das organizações empresariais ou outras. Os meios tecnológicos, ou as técnicas de “marketing”, de publicidade e comunicação, estão aí em especialistas ou na internet, em igualdade de circunstâncias para todas as organizações, à distância de um ”click” e em poucos minutos.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]O fator que determina a diferença no sucesso das empresas e as distingue umas das outras, pela maior ou menor capacitação, está nas PESSOAS, o ativo mais importante de qualquer organização empresarial. E a formação, não contribui apenas para desenvolver competências profissionais, mas abrange fatores tão importantes como o desenvolvimento humano e as relações interpessoais. A formação é cada vez mais determinante na preparação de uma empresa para a competitividade e, nos tempos que correm, uma empresa ser competitiva é elementar para alcançar o sucesso. E é através das empresas e outras organizações, que a formação se torna decisiva para o desenvolvimento do país.
    Além da valorização profissional propriamente dita, a “formação” influencia o dinamismo e a vertente inovadora, aumenta as capacidades e a autoestima e é pilar fundamental do “know- how” das empresas e da sua capacidade concorrencial.
    Os mecanismos de controlo pelas entidades reguladoras, a que atrás nos referimos, não só permitem, como obrigam a uma avaliação permanente dos processos e metodologias aplicadas na formação, como avaliam em distintos momentos e patamares, as organizações promotoras, formadores e formandos, com resultados mensuráveis, permitindo, a partir do cruzamento dessas avaliações, obter resultados concretos.
    Importa aqui fazer a distinção entre o “ensino profissional”, que tem como objetivo uma habilitação escolar, para o exercício de uma profissão e a “formação profissional”, de que estamos a falar, que nunca está terminada e visa uma preparação sistemática ao longo do tempo, permitindo a atualização permanente, exigível em qualquer profissão no mundo da globalização em que estamos inseridos, em constante mutação.
    Pela importância de que se reveste, a “formação” é transversal a todas as áreas de atividade e não específica de uma ou outra. O patamar de desenvolvimento das organizações está cada vez mais associado aos níveis de “formação” dos seus intervenientes.
    A aposta na formação e a avaliação da capacitação pessoal e profissional das pessoas e o impacto nas organizações empresariais e outras, já não é o futuro, é sim o imperativo presente.[/shc_shortcode]

    Rui Gonçalves
    Arquitecto

  • Formadora está a criar grupos de partilha e de interajuda

    Formadora está a criar grupos de partilha e de interajuda

    “Tocar n’Alma – Grupos” é como se designa o projecto de Sílvia Abreu, que pretende criar grupos de desenvolvimento pessoal.
    A formadora trabalha com idosos do Centro de Dia do Coto com quem realiza dinâmica de grupo, partilhas, textos criativos e vários trabalhos de expressão plástica.[shc_shortcode class=”shc_mybox”] Por norma, para todas as actividades, “escolho um tema e deixo várias mensagens”, explica Sílvia Abreu. Ela própria representa, canta e faz figuras em plasticina e jogos sensoriais com os seniores daquele espaço.
    Enquanto formadora na área do Marketing, sempre apreciou a parte criativa e relacional e por isso ao longo dos anos foi-se formando nas áreas do Coaching, da Arte-terapia e da Palhaço-terapia
    “Estou feliz quando estou a criar e quando estou com pessoas”, disse a responsável, que tem 42 anos e vive nas Caldas há 18.
    Um dos grupos que já coordena, o Encontr’Arte, de adultos e jovens, realiza actividades através da arte e do riso. Sílvia Abreu explicou que este grupo tem cariz prático e dinâmico e também se dedica à reflexão e partilha em volta de um tema. São frequentes as idas ao parque para um contacto mais próximo com a natureza.
    Encontr’Arte já está a decorrer e realiza-se semanalmente à sexta-feira, entre as 20h00 e as 23h00. O valor são 18 euros por sessão ou 50 euros por mês.
    Há um segundo grupo que quer criar um Circulo de Mulheres com o intuito de partilha e de entreajuda, que se reúne semanalmente às quintas-feiras entre as 20h30 e as 22h00. São abordados temas da actualidade, sonhos, opiniões, ideais, preocupações, experiências, histórias e percursos de vida. O valor são oito euros por sessão ou 25 por mês.
    Serenar a Alma é o terceiro grupo que pretende dedicar-se ao diálogo e à meditação. É liderado em parceria com Filipa Nunes e tem como objectivo o uso da “meditação inicial e final para acalmar a mente e aprender a respirar”, contou Sílvia Abreu. Estas reuniões semanais têm lugar às quintas-feiras entre as 18h30 e as 20h00.
    Portugal Melting Pot pretende ser um clube de socialização para estrangeiros e portugueses. Sílvia Abreu pretende promover encontros regulares e realizar com os participantes actividades através da arte e do riso, com o objectivo de ligar pessoas de diferentes países e melhorarem a língua portuguesa. O valor são 18 euros por sessão ou 50 euros por mês.
    Cada grupo tem um máximo de 10 a 12 pessoas e as sessões têm lugar nas Caldas da Rainha. Mais informações pelo tel. 966425634 ou email tocarnalma@gmail.com [/shc_shortcode]

  • A Formação Vista por Dentro

    A Formação Vista por Dentro

    “As empresas que não atribuíam importância à proteção de dados pessoais enfrentarão maiores dificuldades”

    Gabinae: Que impacto terá no quotidiano das empresas o novo Regulamento Geral sobre Proteção de Dados?
    Jorge Augusto: O Regulamento (UE) 2016/679, que conhecemos como RGPD – Regulamento Geral sobre Proteção de Dados, relativo à proteção das pessoas singulares no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais e à livre circulação desses dados, é diretamente aplicável desde o dia 25 de maio, e vem essencialmente reforçar as regras já aplicáveis em matéria de proteção de dados pessoais. [shc_shortcode class=”shc_mybox”]

    Contudo, a grande mudança de paradigma, e que preocupa as empresas e as organizações, é o facto de agora lhes ser imposto o ónus de demonstrar que os tratamentos de dados pessoais, que realizam no âmbito das suas atividades, se encontram em conformidade com o RGPD, e para esse efeito terão que apresentar evidências. Esta nova exigência representa um esforço na adoção e implementação de medidas técnicas e organizativas adequadas, sob pena de incumprimento e incorrerem em sanções que poderão culminar em coimas elevadas, que poderão chegar aos 20M€ ou, no caso das empresas, até 4 % do seu volume de negócios anual a nível mundial correspondente ao exercício financeiro anterior, consoante o montante que for mais elevado.

    Gabinae: Advinham-se dificuldades para as empresas? Como deverão proceder no imediato?
    Jorge Augusto: As empresas que não atribuíam importância à proteção de dados pessoais serão as que mais se ressentirão e enfrentarão maiores dificuldades. As que já estabeleciam como prioridade a proteção de dados pessoais não terão tantas dificuldades. Contudo, em qualquer dos casos, terão que promover medidas de diagnóstico no sentido de identificar e analisar as fragilidades e desenvolver ações de mitigação e priorização das áreas de risco, definir e rever estratégias e procedimentos. Terão que rever as suas políticas de privacidade, formulários de consentimento, contratos e padrões técnicos e organizativos. Mas o grande obstáculo será a mudança de mentalidades.

    Gabinae: Que impulso é necessário para que ocorra essa mudança de mentalidades?
    Jorge Augusto: O RGPD vem impor às empresas o ónus de apresentar evidências de compliance. Sendo as empresas constituídas por pessoas, este novo ónus traduz-se numa maior necessidade de consciencialização na defesa dos direitos e liberdades fundamentais das pessoas, em particular, na proteção dos seus dados. Apenas uma pequena percentagem destas pessoas reconhece os desafios que enfrentarão e preparam-se, enquanto a grande maioria ainda desconhece a verdadeira dimensão do exigido. O impulso necessário para essa mudança de mentalidades será o da sensibilização e formação de todas as pessoas que, de alguma forma, processam dados pessoais.

    Gabinae: Que formação considera necessária, adequada e pertinente?
    Jorge Augusto: A formação inicial, ministrada a todas as pessoas que integram a equipa que procederá ao tratamento de dados pessoais numa empresa, desde a base ao topo, é elementar. Mas ela não se esgota aqui, é necessário promover
    formação contínua, com vista ao desenvolvimento de competências. Estamos a falar de uma matéria de elevada complexidade, que entronca com direitos e liberdades fundamentais e da qual ainda não existe um controlo eficaz. A formação deverá ser transversal para todos, sem prejuízo da formação especializada conforme as competências, em especial, para quem vier a desempenhar as funções de encarregado da proteção de dados. O conteúdo básico, de uma formação inicial, deverá apontar para os conceitos, princípios, direitos dos titulares dos dados, deveres dos responsáveis pelo tratamento desses dados, respetivos subcontratantes e conhecer as medidas técnicas e organizativas, a adotar em conformidade com o RGPD e a legislação nacional. A formação é o caminho para o sucesso.

    Gabinae: Qual o contributo da formação para o sucesso das empresas?
    Jorge Augusto: A formação contribui para um elevado desempenho organizacional, ainda mais neste momento em que as mudanças empresariais são constantes e dramáticas. A formação é uma ferramenta de gestão imprescindível para fazer face às mudanças, assim como se constitui um instrumento que garante e contribuiu para a evidência de compliance. A aquisição de competências, em matéria de proteção de dados pessoais, será certamente um factor diferenciador e maximizador de competitividade e credibilidade. Neste contexto, e face às penalizações decorrentes de um eventual incumprimento do RGPD, a formação poderá ser também factor de sustentabilidade. Por tudo isto, a aquisição de conhecimentos e desenvolvimento de competências, através da formação, nunca poderá ser negligenciada.

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  • Formação paga e certificada em Avicultura no Landal

    Durante o mês de Maio, o Centro de Desenvolvimento Comunitário do Landal promove, no âmbito do programa Capacitação para a Inclusão, a formação “Operador de Pecuária – Avicultura”. O curso de 300 horas é destinado a desempregados com habilitações a partir do 1º ciclo e inclui subsídio de alimentação, subsídio de transporte e bolsa de formação.
    Mais informações e inscrições através do número de Tel. 262949300, do e-mail desenvolvimento@centrolandal.com ou directamente nas instalações da associação. M.B.R.

  • Winning procura formadores para Leiria

    A consultora de gestão científica Winning quer contratar 50 formadores certificados nas áreas do empreendedorismo, estratégia, inovação, marketing e advocacia.
    A empresa procura licenciados nas áreas de Gestão, Direito, Finanças Empresariais, Engenharias e Marketing que tenham certificado de competências pedagógicas do IEFP.
    Até 20 de Abril são aceites candidatos de todo o país, com especial incidência no distrito de Leiria. Mais informações através do e-mail: info@winning.pt.

  • Formação profissional nas empresas: questões que ainda se colocam

    Formação profissional nas empresas: questões que ainda se colocam

    A Formação Contínua, obrigatória nas empresas desde 2004, consta no Anexo C do Relatório Único sendo este anexo uma evidência do cumprimento dos mínimos legais de formação, a um número mínimo de trabalhadores.
    Passados estes anos ainda se colocam várias questões em torno da concretização daquilo que são as obrigações nesta matéria:
    Estarão os empregadores conscientes das implicações que o não cumprimento dos mínimos legais podem acarretar? Não falamos apenas de coimas a curto ou médio prazo. As horas de formação não dadas a cada trabalhador, vencem ao final de cada ano e, passados dois anos do seu vencimento, transformam-se em créditos a ser usados pelo trabalhador. Nesta altura é o empregado que toma a iniciativa de escolher a formação que vai frequentar (avisando a entidade patronal com, pelo menos, 10 dias de antecedência), sendo que os créditos terão que ser utilizados no período normal de trabalho, conferem direito a retribuição e contam como tempo de serviço efetivo. Recordamos também, que cessando o contrato de trabalho, o trabalhador tem direito a receber retribuição correspondente ao número de horas de formação que não lhe tenha sido proporcionado, ou ao crédito de horas de que seja titular à data da cessação.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Existem estruturas de formação profissional, que deem verdadeiramente resposta às necessidades das empresas? Não falamos de centros de formação ou escolas que promovam formação em Línguas Estrangeiras, SST ou Tecnologias da Informação. Falamos de formação tendencialmente técnica, adaptada aos trabalhadores e à realidade das empresas.
    Será que a obrigação das 35 horas a 10% dos trabalhadores, a ser cumprida, representa uma melhoria efetiva da qualidade dos nossos trabalhadores, ou significa apenas tempo passado em formação, que não traz benefício para o desempenho ou para a postura dos colaboradores? Se a formação é dada por entidades externas, pouco conhecedoras da realidade de cada empresa, o resultado são formações que não se coadunam com as necessidades sentidas quer pela empresa, quer pelos trabalhadores, e que não se aplicam à realidade de cada organização.
    Recordamos, ainda a possibilidade de que seja feita formação interna – com trabalhadores que conhecem a realidade da empresa, sensíveis às questões dos seus colegas e com consciência da formação de que estes carecem. Às empresas externas é exigido que sejam Certificadas e que os seus formadores tenham a formação reconhecida para o efeito, porém, no caso da formação interna, essa exigência não existe. Nesse caso, estão os trabalhadores dotados com conhecimentos e capacidade para munir verdadeiramente os seus colegas de informação válida, ou temos apenas aqui uma brecha na lei, para mascarar a formação profissional ao mero cumprimento de mínimos legais?

    Susana Santos
    Partner e COO
    susanasantos@humangext.com[/shc_shortcode]

  • Educação, Formação e Tecnologias

    Educação, Formação e Tecnologias

    CAPA final.indd• Sabe quantos alunos há nas escolas das Caldas?
    • Quais as actividades desportivas para os seus filhos?
    • Quer conhecer os melhores alunos do 12º ano?
    • Sabia que o telemóvel pode ser útil numa sala de aulas?
    • E que a velha Escola do Bairro dos Arneiros reabriu como nova?
    • Que em Portugal só 0,4% dos professores têm menos de 30 anos?

    Encontre respostas a estas e outras perguntas neste suplemento

  • Capital Psicológico – Para onde vamos?

    Capital Psicológico – Para onde vamos?

    noticias das CaldasEsta é muitas as vezes a pergunta que nos colocamos, de tempos a tempos, como que a modo de fazermos um ponto de situação sobre o tempo. O tempo que ocupamos para este balanço é importante, eu diria, derradeiro, para o nosso crescimento, o nosso desenvolvimento e a nossa sustentabilidade – seja de um modo de vida, uma opção tomada no passado, a pertença a algo.
    A resposta a esta pergunta dá-nos feedback – de nós para nós – sobre a nossa identidade.
    O exercício em si é aquele que traz valor às nossas ações e que nos permite perceber como estamos a caminhar. Se com ou sem sentido, se alinhados ou não com um propósito, em suma, mais ou menos próximos de um estado de alegria e felicidade.
    Somos pouco afáveis connosco próprios. Na minha atividade como coach, principalmente, acompanho muitos casos de pessoas que, estando aparentemente bem, até com uma certa “qualidade de vida”, são altamente infelizes nos seus postos, nos seus cargos, nas suas atividades.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Dizem, na maioria das vezes, que são incrédulos quanto à sua mínima possibilidade de mudar. Se que vêem tristes, com o que fazem, com quem lideram, com uma “série” de gente. Eu acredito – sempre – que se trata de um momento. Que algo nelas muda, que é possível superar. Mas vejo, impacientemente, muita gente, a sentir-se inundada dessa tristeza, a viver de várias formas camuflada, todas elas em prol de um qualquer aparente bem – e aqui as coisas podem variar de nível e distribuir-se pelas mais variadas áreas. Desde o cuidado com a  imagem à procurar de estilos de vida diferentes, encontro sempre algo.
    Outros há que levam este “vício” com outra delicadeza. Por vezes até – curiosamente – roçando o pouco o rude e o brusco, aqueles que entram numa brincadeira. Que brincam a isto, àquilo e aos chefes. Que reinam lá no seu palco e que brincam com a própria brincadeira.
    São gente de alguma sensibilidade estética, que lhes permite até brincarem ao estilo. Eu brinco, tendo estilo (“isto é só para inteligentes”).
    Depois há os que amarguraram, que já não entendem as coisas, tal como elas são. Amarguraram por durante tanto tempo terem sido incrédulos. Aí há que ter cuidado.
    E temos também outros “genes” – atenção aqui nada tem que ver com genética – que perduraram. Que entendem porque entendem, que se dedicam a entender. Acompanham as coisas e vão fazendo apontamentos. Como este que faço aqui.
    E estes, às vezes aceitam que há quebras, que o mundo mesmo sem eles não vai acabar. Que há coisas que lhes (nos) pedem que não somos capazes de dar, ou não queremos. Que aceitam que nem sempre é para se ir à guerra, porque às vezes o mar está calmo. Que aceitam que há coisas que entendem, e outras que não entendem – e isso também é entender.
    Não esticam, os braços, para tudo o que é viver atualmente nesta Terra. E é impressionante quanto há, quanto não há, tantas discrepâncias. A justiça ou injustiça é um tema delicado. Mas é bom lembrarmo-nos que ela está sempre presente e manifesta nos nossos desejos e anseios, assim como nas nossas ações. Neste exercício, responder ao para onde vamos é também um exercício individual. Quem sou eu? O que quero?
    E depois de respondido a isso, saber: que forças eu tenho? E que lastros quero abandonar/deixar de parte?
    Quem sou eu?
    Uma pergunta tão simples, mas tão exigente. Tanto, que poucos a fazem ou vão fazendo.

    Mara Castro Correia
    Coach, consultora e psicóloga do trabalho e das organizações
    maracastrocorreia@gmail.com[/shc_shortcode]

  • Alcobaça e Torres Vedras com escolas de formação profissional agrícola

    Alcobaça e Torres Vedras com escolas de formação profissional agrícola

    Na região Oeste existem duas escolas com cursos profissionais na área agrícola: a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Cister (EPADRC), em Alcobaça, e a  Escola Profissional Agrícola Fernando Barros Leal, em Runa (Torres Vedras).
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Para o ano lectivo 2017/2018, a EPADRC tem a oferta do curso de Técnico de Produção Agropecuária, com equivalência ao 12º ano. Esta formação orienta os alunos a programar, orientar e executar actividades de uma exploração agrícola e/ou pecuária, aplicando técnicas e métodos compatíveis com a preservação ambiental e respeitando as normas de protecção dos animais, de segurança alimentar, saúde pública e segurança no trabalho. Aprende-se também não só a conduzir como a  fazer a manutenção de tractores e outros veículos ou máquinas agrícolas. Concluído o curso, os estudantes ficam habilitados a trabalhar em cooperativas agrícolas, explorações agro-pecuárias, na comercialização de produtos agrícolas e em empresas de transformação.
    Com equivalência ao 9º ano, a EPADRC tem a oferta do curso de Operador de Máquinas Agrícolas.
    Já em Torres Vedras, a Escola Profissional Agrícola Fernando Barros Leal abrirá no próximo ano lectivo os cursos de Técnico de Agropecuária (nas variantes de produção animal ou vegetal), Técnico de Recursos Florestais e Ambientais, Técnico de Viticultura, Técnico de Indústrias Alimentares e Técnico de Jardinagem e Espaços Verdes. Todos têm equivalência ao 12º ano.  Esta escola oferece também cursos de especialização tecnológica (pós-secundário) nas áreas de Mecanização e Tecnologia Agrária e Cuidados Veterinários. Este último tem uma parceria com a Escola Universitária Vasco da Gama, em Coimbra.
    Tratador e Desbastador de Cavalos, Operador Agrícola de Horticultura/Fruticultura e Operador de Jardinagem são os cursos que a Escola Profissional Agrícola Fernando Barros Leal terá para o ano com equivalência ao 9º ano. [/shc_shortcode]

  • Escola Secundária Bordalo Pinheiro vai dar formação para adultos nas freguesias

    Escola Secundária Bordalo Pinheiro vai dar formação para adultos nas freguesias

    O Centro Qualifica da Escola Rafael Bordalo Pinheiro, que está em funcionamento desde o início do ano lectivo, foi inaugurado no passado dia 21 de Março. Esta plataforma de formação para adultos tem como novidade a descentralização dos cursos, que são dados em várias localidades vizinhas.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]O Centro Qualifica da escola caldense dispõe de uma equipa de 10 professores formadores e tem já em formação cerca de 130 adultos. O centro dispõe também de serviços técnicos superiores de Psicologia que, num primeiro contacto com os formandos, fazem o reconhecimento e o encaminhamento para as formações que estes necessitam.
    O que também constitui uma novidade é a realização de cursos descentralizados, em Alfeizerão, São Martinho do Porto, Nadadouro, Salir de Matos e Santa Catarina. Estes são realizados em parceria com as respectivas juntas de freguesia.
    “Com o trabalho e a vida que as pessoas têm, é difícil deslocarem-se às Caldas para fazerem formação”, explicou Maria João Dias, coordenadora do Centro Qualifica.
    Esta professora disse que Portugal está ainda longe das metas europeias na formação de adultos. “Temos que andar ainda muitos anos a explicar às pessoas que, além de 12º ou do ensino superior, a qualificação ao longo da vida é fundamental”, concluiu.
    Este programa foi lançado no presente ano lectivo e trata-se de uma requalificação do programa de reconhecimento, validação e certificação de competências (RVCC) lançado pelo governo de José Sócrates e extinto pelo executivo de Pedro Passos Coelho.
    A principal novidade desta segunda vida dos programas de validação de competências é que acrescenta a possibilidade de obter formação qualificada, adequando a oferta formativa às necessidades do mercado de trabalho e aos modelos de desenvolvimento nacionais e regionais.
    Além do Centro Qualifica da Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, existem nas Caldas outro no Cencal e no Cenfim. Na Benedita, a Barafunda, Associação Juvenil de Cultura e Solidariedade Social também dispõe de um destes centros. E em Peniche existem mais dois: no Cenfim e na Escola Secundária de Peniche.  [/shc_shortcode]

  • Capital Psicológico – Aumente a sua inteligência… emocional!

    Capital Psicológico – Aumente a sua inteligência… emocional!

    A sua Inteligência Emocional (IE) é definida como a capacidade de reconhecer, compreender e usar as suas emoções para reduzir o stress, criar empatia com os outros, construir relações e reduzir a probabilidade de conflitos.
    Reconhecer as suas emoções implica refletir sobre como se vê – e conhece – a si próprio. Refletir sobre a forma como vê, reconhece, interpreta e lida com as suas próprias emoções. Não é um exercício fácil. Pensarmos racionalmente sobre o que nos afeta emocionalmente é, de facto, um exercício complexo e exigente. Apresentamos 10 dicas que lhe poderão ser úteis neste exercício:[shc_shortcode class=”shc_mybox”]

    Observe-se. Tire uns dias, umas horas ou – pelo menos – uns minutos por dia e trace um mapa emocional de si próprio. Ligue-se apenas a si próprio e observe o que sente. Vai entender padrões que o ajudarão a gerir mais eficazmente as suas emoções.
    Identifique as suas emoções. Escute o seu corpo. Somos racionais mas as nossas emoções conseguem ultrapassar a razão manifestando-se sem que tenhamos qualquer controlo sobre elas. Um nó no estômago, uma lágrima, podem significar alegria ou tristeza. Esteja atento ao seu corpo e aprenda com ele sobre a manifestação das emoções.
    Avalie-se, não se julgue. Não pense que poderia ser melhor do que aquilo que é. Não se esqueça que vai crescer – enquanto ser humano – durante toda a sua vida. Troque o julgamento que faz de si próprio por uma avaliação que lhe permita definir um objetivo e traçar um caminho que o conduzirá na direção desse objetivo. A única inevitabilidade da vida é a morte, tudo o resto depende das suas escolhas e do quanto de si emprega naquilo que faz.
    Responda, não reaja. Evite reagir a quente correndo o risco de explodir. Na eminência de isso acontecer, conte mentalmente até 10. Já se conhece, já sabe que em determinadas situações vai explodir e que o mais provável é vir a arrepender-se. Antecipe o curto-circuito e evite a explosão. Planeie, ponha a sua estratégia em prática e transforme reações desvantajosas em respostas produtivas.
    Seja positivo. Há com certeza coisas menos boas, más ou até com uma certa gravidade a acontecer na sua vida profissional ou pessoal. É tudo mau? Não há nada de bom na sua vida? Pense nas coisas boas, pense no bem que elas lhe fazem e lembre-se que você faz parte delas.
    Dê algumas opções a si próprio. Muita da ansiedade, receios e medos advêm do desconhecido. Evite gastar demasiada energia a pensar naquele problema que o preocupa, em todas as suas implicações negativas e em todas as possíveis soluções. Quando o problema for ultrapassado, vai chegar à conclusão que gastou demasiado tempo a pensar nele.
    Seja empático. Tente entender e partilhar com o outro as suas emoções e sentimentos. Tente sair do seu quadro de referência (racional emocional) e tente ver as coisas na perspetiva do outro. Pode ser difícil mas verá que isso o ajudará a lidar com as suas próprias emoções.
    Seja tolerante. Alguém emocionalmente inteligente sabe que cada um de nós é o herói da sua própria história. Tente ir mais longe e reconheça que cada um age de acordo com a forma que considera a mais correta em cada situação. Aceite isso e vai ver como lhe vai ser mais fácil discutir qualquer situação ou problema.
    Seja emocionalmente honesto. Este é o último e talvez o mais exigente dos desafios. Ao ser emocionalmente honesto com outras pessoas vai correr o risco de se expor demais. Na verdade, é nesta vulnerabilidade que o verdadeiro crescimento (individual e coletivo) acontece. Se não for emocionalmente honesto vai haver sempre um impedimento que impossibilitará uma comunicação verdadeira e transparente. Tente, vai ver que o velho ditado quem não deve não teme, funcionará em seu proveito.

    Mara Castro Correia
    maracastrocorreia@gmail.com

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  • Ofertas de Emprego – Fevereiro 2017

    Ofertas de Emprego – Fevereiro 2017

    Bolsa de empregoOfertas de Emprego do mês de Fevereiro 2017

    (a responsabilidade da informação é inteiramente do IEFP – Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P.)

  • Alunos do primeiro ciclo aprenderam jazz

    Alunos do primeiro ciclo aprenderam jazz

    Pelo segundo ano consecutivo, o festival Caldas Nice Jazz integrou na sua programação a iniciativa “O Jazz Vai às Escolas”, que durante seis semanas proporcionou três horas semanais de jazz a 38 crianças do primeiro ciclo.
    Este ano os 17 alunos das turmas do 3º e 4º anos de Carvalhal Benfeito e os 21 do 4º ano de Santa Catarina receberam o músico Jorge Mendonça de Oliveira, que procurou desenvolver, não só capacidades musicais, como também competências pedagógicas como o respeito e o trabalho em equipa.
    As crianças construiram instrumentos, como um tubofone e um contrabalde (que é um contrabaixo) e puderam aprender um pouco da história do jazz.
    Jorge Mendonça de Oliveira disse que este programa é “uma forma apelativa de levar o jazz, que é uma música importada, às crianças”.
    Comparando com o último ano, disse que em 2015 havia mais alunos em bandas filarmónicas. “Foi diferente do ano passado”, afirmou, notando a tranquilidade das crianças do último ano, comparada com a agitação e dificuldade de concentração das deste ano. “Mas são muito interessados”, ressalvou.
    Esta agitação obrigou o músico a criar outras estratégias, como começar com muita prática para descarregar as energias e depois tentar “dar nome às coisas, com pouca teoria”.
    Este ano foram construídos menos instrumentos e não foi apresentada a canção em blues, mas houve conversas mais pedagógicas e menos musicais, criando “uma relação mais próxima” entre alunos e professor.
    Esta iniciativa resulta de uma parceria com a autarquia e integra o programa “@prender.mais.CR”. No dia do Professor, a 5 de Fevereiro, as duas turmas vão actuar, apresentando aquilo que aprenderam.

  • Emprego & Classificados 30-09-2016

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    • R/C T3 com garagem, churrasqueira e pequeno quintal. Nadadouro. T.: 967334702

    • 1º andar de vivenda c/ 4 assoalhadas grandes pede-se referências Nadadouro 966783193

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  • Fiquei desempregado e agora?

    Fiquei desempregado e agora?

    Fiquei desempregado e agora? Estou há 2 anos na mesma empresa o que vou fazer? Sinto-me desmotivado com o meu trabalho… Gostava de fazer alguma coisa diferente, mas não sei o que fazer? Tenho Pessoas na minha instituição que não sei como potenciar o seu talento….[shc_shortcode class=”shc_mybox”]
    Todas estas questões foram e são colocadas todos os dias, quer por trabalhadores e potenciais trabalhadores, quer pelas entidades empregadoras que pretendem cada vez mais rentabilizar o seu bem mais precioso: os seus Recursos Humanos.
    A sociedade atual é indiscutivelmente caracterizada por incertezas, inseguranças e uma crescente mobilidade nas oportunidades de carreiras, pressões múltiplas para uma adaptação a ambientes inconstantes e competitivos e o aumento do trabalho precário, acabam por dificultar cada vez mais o comprometimento dos trabalhadores com os seus empregos. Concomitantemente apesar de ocorrer noutra direção, as organizações também se defrontam diariamente com um turbilhão variáveis que colocam em causa os seus recursos. Todos estes fatores fazem com que a gestão de carreira represente um papel relevante, oferecendo ferramentas e metodologias para um melhor planeamento individual de estruturação de desenvolvimento profissional e pessoal.
    Neste sentido é importante termos em consideração que segundo diversos autores, o conceito de gestão de carreiras é constituído por dois aspetos indissociáveis: o planeamento de carreira – que engloba todo o processo de planeamento, ou seja, a auto-consciência do indivíduo, das oportunidades, escolhas, condicionamentos e consequências que se lhe deparam; a identificação dos seus objetivos de carreira e, da programação que faz do trabalho, educação e outras experiências para ter a ideia da direção para atingir um dado objetivo de carreira; e a gestão da carreira – que é no fundo o processo de preparação, implementação e monitorização do plano de carreira individual, ou em conjunto com o sistema de carreira da organização.
    Num ambiente empresarial turbulento, como o que vivemos na atualidade, estes comportamentos individuais de gestão de carreira podem ter uma aplicação cada vez maior e essencial, tornando-se assim, necessário pôr em ação os recursos disponíveis no sentido de minimizar as incertezas vindas deste ambiente.
    Importa assim ter em consideração que o planeamento eficaz de carreira preenche as necessidades tanto do indivíduo como da organização. Neste sentido, a gestão de carreiras surge também com o intuito das organizações alcançarem o equilíbrio entre as necessidades de carreira dos indivíduos com os seus objetivos estratégicos, com a adoção de práticas que visam o desenvolvimento da carreira do colaborador. Funcionando como um programa amplo e global, onde a empresa molda as características, competências, e formação dos seus colaboradores, de acordo com as suas necessidades presentes e futuras (fazendo um eficaz planeamento dos recursos humanos).
    Concluímos assim que a resposta às diversas questões colocadas inicialmente podem ter a sua resposta na gestão de carreiras, onde se depreende que quer a nível individual, quer a nível organizacional, este tipo de prática torna-se, nos dias de hoje, numa grande mais-valia, pois traz uma consciência da noção do potencial de carreira que, efetivamente acaba por incentivar um casamento de interesses entre a organização e o indivíduo.

    Andreia Mendes
    HR Consultant
    andreiamendes@humangext.com[/shc_shortcode]

  • Publicamos nesta edição um suplemento alusivo ao início do ano lectivo

    Publicamos nesta edição um suplemento alusivo ao início do ano lectivo

    DSC_4459 copyO que mais gostas na escola? De brincar no recreio (2012). Jogar futebol (2013). Lanchar e trabalhar na sala de aula (2014). Agora adoro a disciplina de Estudo do Meio (2015).
    Preferes as letras ou os números? As letras, porque são mais fáceis (2012). As duas (2013). As letras, porque gosto mais de Português (2014). Continuo a preferir o Português (2015).
    (2013). Também gosto de desenhar

    Gostas de desenhar? Sim. Qualquer coisa (2012). Gosto de desenhar casas, velas e chapéus animais e pessoas (2014). Gosto mas acho que não o faço muito bem (2015).
    Quais são as tuas brincadeiras preferidas? Brincar aos tropas e construir castelos na areia (2012). Depende do amigo com quem estiver a brincar (2013). Às escondidas e aos policias e ladrões (2014). E também gosto de correr e de brincar com os gémeos (2015).
    Quais são as personagens que mais gostas para brincar? Do Homem Aranha (2012 e 2013), do Ben Ten (2014) e do Batman (2015).
    Qual é a tua cor favorita? Azul por ser uma cor de menino é a que eu prefiro (2012 e 2013). Também gosto de amarelo, por ser a cor do sol (2014). Do azul (2015).

    Que actividades é que tens fora da escola? Faço natação (2012). Vou para o teatro e ginástica (2013). Também faço Karaté (2014 e 2015).

    O que fazes quando não estás nas aulas? Jogo à bola (2012), com a Playstation (2013) e passeio com o meu cão (2014). Gosto de correr e de andar de bicicleta. E de jogar às escondidas (2015).

    Já foste ao Parque? E gostas? Sim, vou com os pais (2012 e 2013). Ando de barco e vou aos baloiços (2014). Também dou pão aos patos e aos pombos (2015).

    Já foste a algum museu? Gostaste? Acho que só fui uma vez quando estava em construção (2012). Não tenho ido (2013 a 2014). Sim ao do Vidro com a escola e gostei muito (2015).

    Conheces a Biblioteca Municipal? Vais lá muitas vezes? Vou várias vezes com o meu pai e com a minha mãe (2012 a 2014). Também já fui com a minha turma (2015).

    E à da escola? Vou lá às vezes ler livros, ver filmes e jogar jogos (2012 a 2015).

    Já foste ao cinema ao centro comercial? Sim.

    Se sim, qual foi o último filme que viste? O Gato das Botas (2012), Alvin e os Esquilos (2013) e Os Piratas (2014). Fui a Leiria, ver a Revolta dos Perus (2015).

    Já foste ao CCC? Sim, fui lá com familiares, mas não muito.

    Que foste lá ver? Um espectáculo ou assistir a um filme de cinema? Se sim qual foi? Vi o espectáculo do Ruca (2012) e do Ben Tem (2013).

    Estás a aprender outra língua? Se sim qual? Estou a aprender Inglês aqui na escola (2012 a 2014). Toda a gente sabe falar inglês agora (2015).

    E gostas? Mais ou menos (2012 a 2014). Também adorava aprender a falar chinês (2015).

    O que é que achas que gostavas de ser quando fores grande? Guitarrista (2012) e futebolista (2013). Quero ser polícia (2014). Vou ser informático ou trabalhar para a Cabovisão (2015).

    A coisa mais gira que fizeste este ano? Uma ida de férias com os meus pais ao México, onde vi golfinhos (2012). Fui a Sto André e passar de barco (2013). Uma ida a Lisboa visitar coisas (2014). Também adoro ir comer à pizzaria (2015).

  • Formação para mulheres na política amanhã nas Caldas

    Amanhã, 23 de Fevereiro, pelas 14h30, terá lugar na sede do PS das Caldas da Rainha, uma acção de formação subordinada ao tema “A participação das mulheres na política, intervenção e discurso político”. Esta iniciativa, organizada pelo Departamento Federativo das Mulheres Socialistas de Leiria, é aberta a militantes e simpatizantes do PS.
    A acção terá como formadora Cláudia Horta Ferreira que irá abordar os “Desafios à nossa intervenção política – Com especial incidência no discurso político” e fará um exercício prático sobre a intervenção pública, destacando o poder da palavra e da presença.
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    De acordo com a organização esta formação pretende sensibilizar as participantes para a valorização das mulheres nas organizações e na vida política e, ao mesmo tempo, aprofundar as competências de comunicação usando temas que estejam ligados à actualidade política. Às interessadas  em participar é pedido que escrevam um texto, com dois ou três parágrafos, com a sua opinião sobre a extinção de freguesias  ou  novas forma de participação política na era digital, a fim de partilhar essa informação no dia da formação.
    A inscrição poderá ser feita para psleiria@ps.pt  A sede do PS fica situada na Rua do Parque.

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  • Metade dos alunos conseguem emprego após concluir curso nas Escolas de Turismo

    Metade dos alunos conseguem emprego após concluir curso nas Escolas de Turismo

    Cerca de 80% dos estudantes das escolas de hotelaria e turismo de Portugal conseguem emprego três meses após o termino da sua formação. Destes, 54% conseguem trabalho no primeiro mês a seguir à conclusão dos estudos. Foi o que revelou o director da Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste (EHTO) a 21 de Dezembro, dia em que a escola assinalou seis anos de funcionamento. Na cerimónia foram entregues certificados a 67 alunos dos cursos de Gestão e Produção de Pastelaria, Técnicas de Cozinha/Pastelaria, Gestão de Turismo, Pastelaria Avançada e de Técnicas de Serviço de Restauração e Bebidas. Os alunos deste último curso foram os primeiros finalistas daquela área, formados pela EHTO.

    Segundo um inquérito efectuado entre os alunos das Escolas de Turismo do país, 80% dos estudantes consegue uma colocação no mercado de trabalho num prazo de três meses. Destes 54% conseguem obter emprego no primeiro mês, após a conclusão dos estudos. “São números da rede nacional, mas tenho a clara percepção que a EHTO acompanha esta tendência”, afirmou Daniel Pinto, director da escola oestina, no final da sessão comemorativa, que contou com a presença de António Carneiro, presidente da Turismo do Oeste, Tinta Ferreira, vereador da Câmara das Caldas, e Ricardo Ribeiro, vereador com o pelouro do Turismo da Câmara de Óbidos. (more…)

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